As alterações genéticas da doença de Alzheimer

 

A Demência e a Doença de Alzheimer (DA) têm se tornado mais comuns. No Brasil, a doença já atinge 1,2 milhão de pessoas. Apenas metade delas se trata, e, a cada ano, são mais 100 mil novos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os custos previstos para 2050 com os cuidados de pacientes acometidos pela DA e outras demências giram em torno de 1 trilhão de dólares anualmente se novos tratamentos não forem encontrados.

O manejo farmacológico e não farmacológico da perda de memória é fundamental para entender o motivo de os pacientes procurarem atendimento. Os pacientes e seus familiares precisam de médicos que ofereçam tratamentos e técnicas que otimizem as reservas cognitivas remanescentes de seus entes queridos.

¹A maioria dos pacientes diagnosticados com demência vive em casa e recebe cuidados de um membro da família. É lógico pensar que ao melhorar a funcionalidade do paciente, a vida dos membros da família e de outros cuidadores também melhora (Mossello e Ballini, 2012). Se o paciente com perda leve da memória conseguir fazer suas próprias compras e pagar suas próprias contas, ninguém precisa despender tempo para auxiliá-lo nessas tarefas. E, é claro, se a funcionalidade nas atividades da vida diária melhora, familiares e cuidadores terão mais tempo para suas próprias atividades.

¹Trecho retirado integralmente do livro Perda da Memória, Doença de Alzheimer e Demência.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Qual a relação entre sobrepeso e Alzheimer?

flickr: omnia_mutanturPublicado na última sexta-feira (10/04) na revista científica Lancet, da Elsevier, e também no ar no programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo, o estudo de pesquisadores britânicos revela que o sobrepeso reduz em quase 20% o risco de doenças no cérebro.

A doença de Alzheimer, cujo sintomas podem se manifestar em até 10% das pessoas com idade entre 65 e 85 anos (e mais velhas também), é uma dessas enfermidades que poderiam se evitadas, surpreendentemente, com o peso a mais. Em 2050, o número de pacientes com demência em todo o mundo tende a triplicar, chegando a 135 milhões de pessoas.

Para esse resultado foram analisados os arquivos médicos de dois milhões de pacientes, num período de 20 anos. Os pesquisadores dizem que pessoas abaixo do peso têm 39% mais chances de desenvolver o Alzheimer em comparação com àqueles que estão saudáveis.

O porque disso ainda não se sabe, mas algumas teorias abordam que a falta das vitaminas D e E contribuem para a demência. Essas ausências no organismo são menos comuns para quem come mais.

Porém, os médicos alertam que o melhor caminho para prevenção é o de manter uma alimentação saudável, praticar atividade física e não fumar.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone