Estude com conteúdo elaborado por cirurgiões especialistas do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia

 

A data 19 de Setembro foi escolhida como Dia do Ortopedista por marcar a inauguração da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) em 1935.

Ortopedia e Bloqueio de Nervos Periféricos” aborda os principais aspectos anestésicos que envolvem os procedimentos ortopédicos e do trauma musculoesquelético.

O livro ainda traz as técnicas dos bloqueios de nervos periféricos dos membros superiores e inferiores, incluindo as questões correlatas que os envolvem, como bloqueios contínuos, lesões neurológicas e manejo dos anestésicos locais.

Para compor o livro, cirurgiões especialistas em diversas áreas de atuação cirúrgica do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia foram convidados a expor de forma sucinta, considerações cirúrgicas úteis para o anestesiologista.

Para mais informações sobre o livro Ortopedia e Bloqueio de Nervos Periféricos clique aqui.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Anestesia moderna: evolução e crescimento no decorrer dos anos

Mais de 240 milhões de procedimentos com anestesia são realizados pelo mundo a cada ano – só no Brasil são cerca de 12 milhões. A amplitude dos locais e situações relacionadas à necessidade do médico anestesista cresceu de forma vertiginosa na última década. ‘’¹O aumento do grau de sofisticação do monitoramento dos sinais vitais durante a anestesia foi acelerado durante a segunda metade do século XX, numa tendência que coincidiu com a crescente complexidade dos procedimentos cirúrgicos. Os aparelhos de anestesia evoluíram, passando de simples garrafas e tubos para tanques de gás portáteis e, em seguida, para amplas unidades autônomas (p. ex., estações de trabalho) que prevalecem atualmente.’’

Nos últimos 170 anos os avanços nas técnicas de anestesia foram contínuos  em especial no quesito monitorização, fator que possibilitou a redução de complicações relacionadas à especialidade. Na prática da anestesia moderna espera-se que o profissional ‘’²consiga suprimir a dor intraoperatória, forneça aconselhamento pré-operatório, mantenha o milieu interne durante a cirurgia e facilite o processo de recuperação. no caso de alguns procedimentos, é necessário submeter o paciente a transfusões maciças e técnicas especiais para mantê-lo vivo. Nessas situações, os papéis tradicionais do anestesiologista se tornam complementares àqueles de manter o equilíbrio de líquidos e eletrólitos, prevenir coagulopatias e fornecer oxigênio suficiente aos órgãos vitais. Na sala de operações, os anestesiologistas com frequência atuam em equipamentos de assistência consideradas modelo, trabalhando com enfermeiros anestesistas na prestação de assistência anestésica intraoperatória. Os anestesiologistas também são especialistas em terapia emergencial, supervisão das vias aéreas, controle da dor aguda, supervisão da sala cirúrgica e administração de centros de cirurgia ambulatorial.’’

¹²Trechos retirados do livro: Bases da Anestesia – 6ª EDIÇÃO 

DIA DO ANESTESIOLOGISTA

O primeiro procedimento cirúrgico com anestesia, ocorreu em Massachusetts, Boston, nos EUA, em 1.846. Em celebração ao ocorrido, registrou-se o dia 16 de outubro como o Dia do Anestesiologista. Para comemorar a  data a Elsevier oferece desconto* nos seguintes livros de anestesia:

Situações Críticas em Anestesiologia – 2ª EDIÇÃO 

Chestnut Anestesia Obstétrica – 5ª EDIÇÃO 

Bases da Anestesia – 6ª EDIÇÃO 

Raquianestesia – 1ª EDIÇÃO 
*Descontos válidos de 16/10 a 22/10.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Os pacientes que acordam durante a cirurgia

flickr: zivkovicDe acordo com o maior estudo deste tipo, recentemente publicado na revista Anaesthesia – na qual pesquisadores entrevistaram mais de 3 milhões de pacientes que receberam anestesia geral no Reino Unido e na Irlanda – cerca de um em 19.600 pacientes “acidentalmente” acordaram durante a cirurgia.

Estudos anteriores nos Estados Unidos relataram uma taxa muito mais elevada, de um em cada 1.000 pacientes cirúrgicos. No entanto, os casos de consciência anestésica no novo estudo foram notificados voluntariamente pelos pacientes, o que poderia deturpar o número verdadeiro. Os pesquisadores descobriram que certas cirurgias, que exigem um nível mais “leve” de anestesia, como cesarianas de emergência, apresentam um risco mais elevado – um em 670 pacientes.

A maioria dos casos de consciência anestésica ocorreu entre pacientes que receberam paralíticos como parte de seu cocktail anestésico – uma vez que não podiam mover-se para alertar os médicos para o fato de que eles estavam recuperando a consciência.

Pacientes descreveram uma gama de sensações, incluindo asfixia, paralisia, dor, alucinações e experiências de quase-morte. A maioria dos episódios foram de curta duração, com 75% deles com duração de menos de cinco minutos. Apesar disso, quase a metade de todos os pacientes que estavam conscientes durante a cirurgia tiveram consequências psicológicas a longo prazo, tais como PTSD (Post-Traumatic Stress Disorder) e depressão.

Entre os sintomas apresentados durante o evento, a paralisia foi o mais angustiante para os pacientes – mais do que a dor.

Consciência Anestésica

A anestesia geral envolve uma mistura de drogas que deixa você inconsciente, tira a sua dor, e induz a amnésia. Um paralítico é freqüentemente adicionado para facilitar a inserção de um tubo de respiração, impedindo que os pacientes se movam, e permitindo aos cirurgiões operar em áreas que são inacessíveis quando os músculos estão tensos.

Consciência anestésica ocorre quando a quantidade de anestesia é insuficiente para suprimir a consciência humana. Determinadas cirurgias – em que são necessárias doses mais baixas de anestesia – apresentam um risco maior.

A cesárea de emergência, por exemplo, necessita de doses mais baixas de anestésico para evitar danos ao bebê. São necessárias doses mais baixas, também, durante as cirurgias de trauma cardíaco e de emergência, uma vez que grandes doses pode levar esses pacientes clinicamente frágeis ao óbito.

Mas a consciência anestésica realmente se torna um problema quando os paralíticos são usados, uma vez que os pacientes não podem mover-se para deixar os médicos saberem que estão recuperando a consciência. Na mesa de cirurgia, os médicos devem ficar atentos a algumas situações que podem indicar o retorno da consciência por parte do paciente.

Por exemplo, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial pode sinalizar aos médicos que um paciente está estressado e possivelmente acordado. Mas as drogas administradas antes ou durante a operação poderiam bloquear a resposta do corpo ao estresse. Além disso, embora os médicos meçam continuamente o nível de gás anestésico nos pulmões do paciente para assegurar uma dosagem apropriada, o gás pode afetar cada pessoa de maneira diferente.

 

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Simulação dos nervos Periféricos – Técnica 1

Bloqueios de Nervos Periféricos E Alívio da Dor Operatória 2ªEdição:

Aprimore sua técnica de bloqueios a partir das mais recentes técnicas de ultrassom e veja na prática com os mais de 70 vídeos no ExpertConsult.

A nova edição deste recurso prático multimídia mostra a você exatamente como efetuar com sucesso uma completa variedade de técnicas de bloqueio de nervos periféricos através de 400 ilustrações, a maioria em cores e cerca de 2 horas de vídeos com narrativa disponíveis na plataforma on-line Expert Consult, que representam a relevante anatomia de superfície, a anatomia profunda e a anatomia ultrassonográfica, para exibir claramente a colocação correta da agulha em pacientes reais e demonstrar uma gama completa de procedimentos de bloqueio de nervos.

Leia mais…

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone