Descubra as diversas inovações e mudanças em cirurgia colorretal

 

Os indivíduos desenvolvem câncer colorretal como um resultado da interação entre o genótipo e o ambiente ao qual estão expostos. O risco de câncer colorretal na população do Reino Unido é de cerca de 5%. Por ser frequente, muitas pessoas têm pelo menos um familiar portador de neoplasia colorretal*. Conforme o número de familiares afetados aumenta, o mesmo acontece com o risco de desenvolver a doença.

A cirurgia colorretal apresentou diversas inovações e mudanças nos últimos anos. Por conta disso, a nova edição de “Cirurgia Colorretal”, da série Prática Cirúrgica do Especialista (Elsevier), foi realizada para apresentar novas técnicas dissertadas por especialistas mundiais, com acentuada ênfase na prática cirúrgica. O conteúdo foi totalmente revisado de acordo com as mais recentes evidências publicadas.

A obra inclui imagens para diagnóstico, desenhos esquemáticos e fotografias das cirurgias; aborda desde os procedimentos mais simples até os mais complexos e fornece orientação prática sobre técnicas de diagnóstico e cirurgias complexas.

Para saber mais sobre Cirurgia Colorretal clique aqui.

* Fuchs CS , Giovannucci EL , Colditz GA , et al. A prospective study of family history and the risk of colorectal cancer . N Engl J Med 1994 ; 331 : 1669 – 74

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Volta às aulas: confira as dicas de leitura da Elsevier

 

A volta às aulas é um momento que mistura diversas emoções. É natural bater aquele friozinho na barriga para conhecer a turma ou rever os amigos mais antigos. O novo conteúdo também é motivo de ansiedade para muitos estudantes. Pensando em atualizar os alunos para o novo ano letivo, a Elsevier apresenta novidades para 2017.

Na área médica, um dos lançamentos em destaque é a 5ª edição do livro “Genética Médica”. Os renomados professores Lynn B. Jorde, John C. Carey e Michael J. Bamshad abordam os conceitos e a história da genética, a estrutura e função dos genes e cromossomos, a origem e detecção da variação genética, a questão de hereditariedade, transtornos metabólicos, a genética do câncer, dentre outros assuntos.

A obra  é popular por sua abordagem clínica altamente visual, que proporciona uma compreensão acessível e completa desta área diligente e em constante mudança. Traz por exemplo, informações sobre algumas alterações conhecidas como mutações genéticas, que podem ocasionar patologias como a Charcot-Marie-Tooth, doença do sistema nervoso periférico que leva à atrofia progressiva dos músculos distais dos membros.

Já na área de engenharia de Software, a novidade fica por conta de “Revisão Sistemática da Literatura em Engenharia de Software”, cujo principal objetivo é ensinar Revisão Sistemática por meio de perguntas, respostas e exemplos. O livro é fruto das perguntas coletadas em palestras e cursos.

O título é importante por trazer conceitos básicos para este tipo de estudo de uma forma simples, rigorosa e didática, e também contribui para a disseminação deste conhecimento entre os pesquisadores.

Conheça mais sobre “Genética Médica” clicando aqui e “Revisão Sistemática da Literatura em Engenharia de Software” aqui.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Câncer de ovário: doença assassina e silenciosa

Ao contrário do que muita gente pensa, o câncer de ovário não é uma doença rara. É apenas menos comum que o de mama e o de colo de útero, por exemplo. Sendo inclusive, a neoplasia ginecológica mais letal, segundo pesquisas cerca 140 mil mulheres morrem a cada ano devido a doença. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que 250 mil novos casos surjam anualmente no mundo e a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para 2014 no Brasil é de 5.680 novos casos.

Um dos maiores riscos é que por falta de informação e sintomas não muito agressivos, normalmente o diagnóstico da doença é feito em um estágio já avançado da doença – cerca de 75% dos casos são detectados em estágio avançado e com metástase – e a consequência é devastadora, uma em cada três pacientes com o diagnóstico tardio sobrevive cinco anos após a doença.

A prevenção ainda é a principal arma para descobrir o câncer de ovário no estágio inicial. O transvaginal (ultrassonografia pélvica) e o CA 125, são alguns dos exames que o ginecologista deve pedir durante as visitas de rotina. Uma análise detalhada do histórico do paciente, exame físico, ultrassom transvaginal e o CA 125 deve ser avaliado cuidadosamente a cada consulta, para que a qualquer evidência de problema a paciente seja tratada.

¹ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA NORMAL

O conhecimento da anatomia normal e técnicas de verificação da pelve feminina são essenciais para detecção de doenças pélvicas. A ultrassonografia pélvica completa é feita em duas etapas. Na maioria dos casos, é feita a avaliação por via trans abdominal seguida da via transvaginal.

Décadas atrás, as ultrassonografias trans abdominal e pélvica eram realizadas sempre com a bexiga cheia para visualizar os órgãos pélvicos diminuindo os artefatos promovidos pelas alças intestinais adjacentes. Apesar de, eventualmente, o enchimento da bexiga da paciente ser útil, a varredura trans abdominal é muito eficaz mesmo se a bexiga não estiver completamente distendida. Se o útero estiver antevertido, mesmo com a bexiga vazia, pode ser bem avaliado pelo método. A retroversão do útero talvez dificulte a sua visualização com a bexiga vazia; no entanto, pode ser bem visto por via transvaginal. Por esse motivo não é mais obrigatório que as pacientes estejam com a bexiga cheia para a realização da ultrassonografia pélvica, assumindo que o exame transvaginal também seja realizado. Se por algum motivo, a paciente for realizar somente o exame por via trans abdominal (p. ex., se a paciente se recusa a realizar o exame transvaginal), o ideal é que a bexiga esteja cheia, porém não exageradamente distendida para evitar a compressão dos órgãos pélvicos contra o sacro.

O exame pélvico normalmente deve incluir um componente transvaginal após o exame trans abdominal, conforme anteriormente descrito, a menos que seja contraindicado ou recusado pela paciente. Se a paciente não for uma candidata apropriada para o exame transvaginal, a avaliação pode ser realizada através do reto.


¹ Trecho retirado do livro Ultrassonografia Ginecológica, Elsevier

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

OMS defende embalagens padronizadas de cigarro

Hoje, 31 de maio, comemora-se o Dia Mundial sem Tabaco. Nesta mesma data a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu a adoção por Países-Membros de embalagens padronizadas de cigarro e correlatos. Com isso, a proposta trará uniformidade para esse tipo de produto, não permitindo que o usuário sinta-se ainda mais atraído pelo produto por meio da embalagem. A ideia é que todas as caixas sejam iguais, seguindo um padrão definido e que determine forma, tamanho, modo de abertura, cor e fonte, mantendo-se apenas o nome da marca.

A proposta também sugere que nas embalagens de cigarros e produtos derivados do tabaco não hajam logotipos, cores e imagens específicas, design característico ou textos promocionais referentes à marca. Apenas seriam mantidas, no país, as advertências sanitárias que tratam dos malefícios provocados pelo tabagismo – atualmente exigidas no Brasil pelo Ministério da Saúde – e o selo da Receita Federal.

Dados fornecidos pela OMS revelam que o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, respondendo por 63% dos óbitos relacionados à doenças crônicas não transmissíveis, 85% das mortes por doença pulmonar crônica, 30% das mortes por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago e outros), 25% das óbitos por doença coronariana e 25% das mortes por doenças cerebrovasculares. Caso nada seja feito, a previsão é que 8 milhões de pessoas morrerão, ao ano, em decorrência do uso do cigarro, a partir de 2030.

Como a nicotina presente no cigarro é altamente viciante, a dificuldade de abandonar o vício é muito mais árdua. O auxílio de familiares e profissionais no momento que o dependente decide parar de fumar, é fundamental para que ele tenha êxito. ‘’O ideal é que todos os fumantes que estão em processo de cessão de fumar sejam acompanhados com consultas de retorno para garantir um apoio na fase inicial da abstinência, em que os riscos de recaída são maiores. Sugere-se que o paciente que está em processo de cessão de fumar retorne para acompanhamento em pelo menos três momentos durante os seis meses subsequentes à parada de fumar. Esses retornos podem acontecer, de acordo com a avaliação do profissional de saúde, no 1º, 3° e 6º meses.” Fonte: Protocolos Clínicos e de Regulação

MAIS SOBRE A DATA

O Dia Mundial sem Tabaco foi criado pela Organização Mundial da Saúde em 1987 como um alerta sobre doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. Dados da própria entidade se referem a uma epidemia global do tabaco que mata quase 6 milhões de pessoas todos os anos. Dessas, mais de 600 mil são fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes).

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

08 de abril: Combater o câncer é um ato de resistência

O câncer é atualmente a segunda maior causa de mortes no Brasil e no mundo, perdendo apenas para doenças cardiovasculares. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê-se que até 2030, serão 27 milhões de novos casos da doença, 17 milhões de mortes por câncer e 75 milhões de pessoas vivas com a enfermidade. Como hoje é o Dia Mundial de Combate ao Câncer, separamos três respostas dadas pelo INCA – Instituto Nacional de Câncer à população, para desmistificar algumas dúvidas e crenças acerca da doença. Confira:

O que é câncer?

Câncer é um grupo de doenças que se caracterizam pela perda do controle da divisão celular e pela capacidade de invadir outras estruturas orgânicas.

O que causa o câncer?

O câncer pode ser causado por fatores externos (substâncias químicas, irradiação e vírus) e internos (hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores causais podem agir em conjunto ou em sequência para iniciar ou promover o processo de carcinogênese. Em geral, dez ou mais anos se passam entre exposições ou mutações e a detecção do câncer.

O câncer tem cura?

Atualmente, muitos tipos de câncer são curados, desde que tratados em estágios iniciais, demonstrando-se a importância do diagnóstico precoce. Mais da metade dos casos de câncer já tem cura.

Para saber mais acesse: www2.inca.gov.br

CUIDADOS PARA OS SOBREVIVENTES DO CÂNCER

A National Coalition for Cancer Survivorship (2004) fornece uma definição de um sobrevivente de câncer: ”um indivíduo é considerado um sobrevivente de câncer a partir do momento do diagnóstico, através do equilíbrio de sua vida”. Os membros da família e amigos também são sobreviventes, pois vivenciam os efeitos que o câncer tem sobre seus entes queridos.¹

Atualmente, existem 16 milhões de sobreviventes de câncer nos Estados Unidos; o número continuará a crescer, uma vez que mais de 1,5 milhões de novos casos são diagnosticados a cada ano (National Cancer Institute [NCI], 2010; American Cancer Society [ACS], 2011). Entre as crianças com diagnósticos de câncer, 81,46% sobrevivem pelo menos 5 anos. Dos adultos diagnosticados com câncer, 68% sobrevivem pelo menos 5 anos. O número de pessoas que sobrevivem ao câncer continuará a aumentar à medida que novos casos são diagnosticados e aqueles que já foram tratados vivem mais. Os problemas de atenção à saúde entre aqueles que sobreviveram a um câncer têm sido largamente ignorados ou mal interpretados por causa da crença de que problemas de saúde são maiores para aqueles que recebem tratamento, sobrevivem, e são dados como ”atestado de saúde”. Há muitas diferentes trajetórias ou cursos de sobrevivência do câncer. Com os avanços no diagnóstico precoce e tratamentos adequados, mais pacientes são sobreviventes de um câncer em longo prazo. As principais formas de tratamento do câncer – cirurgia, quimioterapia hormonal, modificadores de respostas biológica (bioterapia) e radioterapia – muitas vezes indesejadas por criar efeitos em longo prazo sobre os tecidos e sistemas de órgãos que prejudicam a saúde de uma pessoa e a qualidade de vida desta em muitas maneiras (Institute os Medicini [IOM], 2006). Assim, a sobrevivência ao câncer tem enormes implicações para a maneira como esses indivíduos monitoram e gerenciam a saúde ao longo de suas vidas.²


¹¨² – Trechos retirados do livro Fundamentos de Enfermagem 8ED

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Dia Mundial do Câncer | Entenda a doença

flickr: goellnitzO que é o Câncer?

O câncer é o nome genérico para um grupo de mais de 100 doenças. Embora existam muitos tipos de câncer, todos começam porque as células anormais crescem fora de controle. Um câncer não tratado pode evoluir para algo mais grave, e até mesmo causar a morte.

As células normais do organismo

O corpo é composto de trilhões de células vivas. Células normais do corpo crescem, se dividem para fazer novas células e morrer de uma forma ordenada. Durante os primeiros anos de vida de uma pessoa, as células normais dividem mais rápido para permitir que a pessoa cresça. Depois de adulto, a maioria das células se dividem apenas para substituir células desgastadas, células que morrem ou para a reparação de lesões.

Como o câncer começa

Quando as células, em determinada parte do corpo, começam a crescer fora de controle. O crescimento das células do câncer é diferente do crescimento celular normal. Em vez de morrer, as células cancerosas continuam a crescer e formar novas células, anormais. As células cancerosas também podem invadir (crescer em) outros tecidos, algo que as células normais não podem fazer. Crescer fora de controle e invadir outros tecidos são o que faz uma célula ser uma célula cancerosa.

As células tornam-se células cancerosas em razão do DNA (ácido desoxirribonucléico) avariado. O DNA está em cada célula e dirige todas as suas ações. Em uma célula normal, quando o DNA é danificado, a célula repara o dano ou então morre. Em células cancerosas o DNA danificado não é reparado, porém, a célula não morre como deveria. Em vez disso, a célula continua fazendo novas células que o organismo não precisa. Estas novas células têm o mesmo DNA danificado, como a primeira célula anormal.

As pessoas podem herdar DNA anormal (é passado de seus pais), mas na maioria das vezes o dano ao DNA é causado por erros que acontecem enquanto a célula normal é reproduzida ou por influência do ambiente. Às vezes, a causa do dano ao DNA pode ser algo óbvio, como o tabagismo ou exposição ao sol. Mas é raro saber exatamente o que causou o câncer de uma mesma pessoa.

Na maioria dos casos, as células cancerígenas formam um tumor. Com o tempo, os tumores podem substituir o tecido normal. Alguns tipos de câncer, como leucemia, raramente formar tumores. Em vez disso, estas células cancerosas tomam a corrente sanguínea e órgãos hematopoiéticos, circulando por outros tecidos e crescendo neles.

Como o câncer se espalha

As células cancerosas viajam para outras partes do corpo, onde podem crescer e formar novos tumores. Isso acontece quando as células cancerosas entram na corrente sanguínea ou vasos linfáticos. O processo de propagação do câncer é chamado de metástase.

Não importa para onde o câncer possa se espalhar, é sempre nomeado com base no lugar onde tudo começou. Por exemplo, o câncer de cólon, que se espalhou para o fígado é chamado de câncer de cólon metastático, não câncer de fígado. Neste caso, as células cancerosas extraídas do fígado seriam as mesmas que aquelas no cólon.

Como os cânceres se diferem

Os vários tipos de câncer podem se comportar de maneira muito diferente. Por exemplo, câncer de pulmão e câncer de pele. Eles crescem a taxas diferentes e respondem a diferentes tratamentos. É por isso que as pessoas com câncer precisam de um tratamento específico para o seu tipo de câncer.

Os tumores que não são câncer

Um tumor é um caroço anormal ou conjunto de células, mas nem todos os tumores são câncer. O tumor que não é câncer é chamado de benigno. Os tumores benignos podem causar problemas – eles podem crescer muito e esmagar órgãos e tecidos saudáveis. Mas eles não podem invadir outros tecidos. Por isso, eles também não podem se espalhar para outras partes do corpo (metástase). Estes tumores raramente são fatais.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone