Sabiston Tratado de Cirurgia, 19ª Edição

Quando se pensa em medicina, invariavelmente, a primeira imagem que vem à mente é a de um profissional em seu jaleco branco, com touca e máscara cirúrgicas. Até aí tudo bem, se estivermos falando em leigos no assunto.

O juramento de Hipócrates, no entanto, não deixa esses clichês passarem despercebidos. Dentre todos os ofícios, a medicina é, em particular a cirúrgica, se não a mais fundamental, aquela que podemos considerar como imprescindível.

Somente o estudo da história dessa especialidade pode conduzir o aspirante ou profissional já habilitado para um compreendimento cada vez mais profundo e eficaz no que diz respeito a ele e aos pacientes.

Todo cirurgião iniciante tem verdadeiro prazer na aprendizagem, no relato de casos clássicos e na abordagem de conceitos fundamentais sob uma nova perspectiva. Esse volume oferece isso e muito mais.

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Os pacientes que acordam durante a cirurgia

flickr: zivkovicDe acordo com o maior estudo deste tipo, recentemente publicado na revista Anaesthesia – na qual pesquisadores entrevistaram mais de 3 milhões de pacientes que receberam anestesia geral no Reino Unido e na Irlanda – cerca de um em 19.600 pacientes “acidentalmente” acordaram durante a cirurgia.

Estudos anteriores nos Estados Unidos relataram uma taxa muito mais elevada, de um em cada 1.000 pacientes cirúrgicos. No entanto, os casos de consciência anestésica no novo estudo foram notificados voluntariamente pelos pacientes, o que poderia deturpar o número verdadeiro. Os pesquisadores descobriram que certas cirurgias, que exigem um nível mais “leve” de anestesia, como cesarianas de emergência, apresentam um risco mais elevado – um em 670 pacientes.

A maioria dos casos de consciência anestésica ocorreu entre pacientes que receberam paralíticos como parte de seu cocktail anestésico – uma vez que não podiam mover-se para alertar os médicos para o fato de que eles estavam recuperando a consciência.

Pacientes descreveram uma gama de sensações, incluindo asfixia, paralisia, dor, alucinações e experiências de quase-morte. A maioria dos episódios foram de curta duração, com 75% deles com duração de menos de cinco minutos. Apesar disso, quase a metade de todos os pacientes que estavam conscientes durante a cirurgia tiveram consequências psicológicas a longo prazo, tais como PTSD (Post-Traumatic Stress Disorder) e depressão.

Entre os sintomas apresentados durante o evento, a paralisia foi o mais angustiante para os pacientes – mais do que a dor.

Consciência Anestésica

A anestesia geral envolve uma mistura de drogas que deixa você inconsciente, tira a sua dor, e induz a amnésia. Um paralítico é freqüentemente adicionado para facilitar a inserção de um tubo de respiração, impedindo que os pacientes se movam, e permitindo aos cirurgiões operar em áreas que são inacessíveis quando os músculos estão tensos.

Consciência anestésica ocorre quando a quantidade de anestesia é insuficiente para suprimir a consciência humana. Determinadas cirurgias – em que são necessárias doses mais baixas de anestesia – apresentam um risco maior.

A cesárea de emergência, por exemplo, necessita de doses mais baixas de anestésico para evitar danos ao bebê. São necessárias doses mais baixas, também, durante as cirurgias de trauma cardíaco e de emergência, uma vez que grandes doses pode levar esses pacientes clinicamente frágeis ao óbito.

Mas a consciência anestésica realmente se torna um problema quando os paralíticos são usados, uma vez que os pacientes não podem mover-se para deixar os médicos saberem que estão recuperando a consciência. Na mesa de cirurgia, os médicos devem ficar atentos a algumas situações que podem indicar o retorno da consciência por parte do paciente.

Por exemplo, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial pode sinalizar aos médicos que um paciente está estressado e possivelmente acordado. Mas as drogas administradas antes ou durante a operação poderiam bloquear a resposta do corpo ao estresse. Além disso, embora os médicos meçam continuamente o nível de gás anestésico nos pulmões do paciente para assegurar uma dosagem apropriada, o gás pode afetar cada pessoa de maneira diferente.

 

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Exercícios lúdicos e recreação protegem coração de crianças obesas

Atividades físicas de caráter lúdico e recreação reduzem fatores de riscos cardiovasculares em crianças obesas. A conclusão está em artigo publicado na Revista da Associação Médica Brasileira.

Os autores, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade do Porto (UP), em Portugal, apontam a eficácia da combinação de exercícios físicos e alimentação na redução do índice de massa corpórea das crianças obesas, dos índices de colesterol total e LDL, bem como da pressão arterial e do espessamento médio-intimal carotídeo (relacionadas à tireoide), um sinal precoce e indireto de aterosclerose.

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A relação médico-paciente em algumas obras literárias

O artigo “A relação médico-paciente em algumas obras literárias“, publicado pela RAMB no último trimestre de 2012, foi pauta na Revista Pró-Notícias, do Hospital Pró-Cardíaco do Rio de Janeiro.

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O papel dos modelos de bancada no ensino de técnicas de sutura

Estudo realizado por Rafael Denadai, membro do departamento de cirurgia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu, Marie Oshiwa, professora do departamento de estatística da Faculdade de Tecnologia (FATEC) de Marília-SP e Rogério Saad-Hossne, professor do departamento de cirurgia da Escola de Medicina da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu com 36 estudantes de medicina iniciantes na prática cirúrgica avalia se a fidelidade dos modelos de bancada interfere na aquisição de habilidades de sutura.

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