Número de hipertensos no Brasil chegará a 80% até 2025, segundo pesquisa

No Brasil, atualmente, o número de hipertensos chega aos 17 milhões, segundo informações do Ministério da Saúde. A previsão é que para o ano de 2025 esse número cresça 80%, segundo estudo conjunto da Escola de Economia de Londres, do Instituto Karolinska (Suécia) e da Universidade do Estado de Nova York. Cigarro, sedentarismo, obesidade, má alimentação e álcool são os motivos que elevarão o número de pessoas com hipertensão.

As doenças cardiovasculares são responsáveis por 33% dos óbitos com causas conhecidas, no Brasil. Além disso, essas foram a primeira causa de hospitalização no setor público, entre 1996 e 1999, além de responderem por 17% das internações de pessoas entre 40 a 59 anos e 29% daquelas com 60 ou mais anos.

TRATAMENTO

¹O prognóstico de pacientes com hipertensão é significativamente melhorado pela redução da pressão arterial. Controlar a hipertensão (que é assintomática) sem reduzir efeitos colaterais inaceitáveis, portanto, é uma necessidade clínica importante, que, em geral, é bem atendida pelos fármacos modernos.

O tratamento envolve medidas não farmacológicas (p. ex, aumento dos exercícios, redução do sal da dieta e das gorduras saturadas com aumento de frutas e fibras, redução do peso e do consumo de álcool) seguidas pela introdução gradual de fármacos, iniciando com aqueles que tenham benefício comprovado e que tenham a menor probabilidade de produzir efeitos colaterais.

Alguns fármacos usados para reduzir a pressão arterial nos primeiros tempos da terapia anti-hipertensiva, incluindo bloqueadores ganglionares, bloqueadores de neurônios adrenérgicos e reserpina, produziam um conjunto temível de efeitos adversos e agora estão obsoletos. Os esquemas preferidos mudaram progressivamente à medida que fármacos mais bem tolerados se tornaram disponíveis.

DIA DO FARMACÊUTICO

Hoje, dia 20 de janeiro comemora-se o Dia do Farmacêutico. A data que foi escolhida em 1916, tem o intuito de homenagear a Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) que a época era a maior instituição representativa da categoria, no país.

¹Informação extraída do livro Rang & Dale Farmacologia 8ED

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Lançamento: Técnicas Avançadas em Ecocardiografia

Técnicas Avançadas em Ecocardografia

As mais novas e avançadas técnicas, apresentadas de forma rápida e didática, para diagnóstico das doenças cardiovasculares na prática clínica diária. Conteúdo ricamente ilustrado, com o passo a passo das técnicas mais avançadas em ecocardiografia. Uma obra que orienta os cardiologistas envolvidos no implante de dispositivos de assistência circulatória e nas intervenções percutâneas para tratamento das lesões valvares, oclusão do apêndice atrial esquerdo, tratamento de miocardiopatia hipertrófica e defeitos septais em salas híbridas.

• Escrita por especialistas de destaque nas áreas de interesse, incluindo os coordenadores dos melhores e mais conhecidos laboratórios de Ecocardiografia envolvidos em pesquisa e ensino.

• Conteúdo ricamente ilustrado, abordagem prática e objetiva, com o passo a passo das técnicas mais avançadas em Ecocardiografia.

• Uma obra que orienta os cardiologistas envolvidos no implante de dispositivos de assistência circulatória e nas intervenções percutâneas para tratamento das lesões valvares, oclusão do apêndice atrial esquerdo, tratamento de miocardiopatia hipertrófica e defeitos septais em salas híbridas.

• Atualize-se com temas de destaque na área, como: Papel da Ecocardiografia na Avaliação de Cardiotoxicidade por Quimioterápicos e Técnicas Especiais para Análise da Função Diastólica, Ecocardiografia Tridimensional e a análise da deformação miocárdica (Strain) pela técnica de Speckle Tracking.

Cadastre-se e seja o primeiro a conhecer as técnicas avançadas em ecocardiografia: http://bit.ly/16U1Fi0

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O Dia da Terra

* Conteúdo Elsevier Internacional

 

As 10 maneiras através das quais os seres humanos estão afetando a Terra – para melhor e pior. Em homenagem ao Dia da Terra, nós da Elsevier preparamos um infográfico baseado na ciência para você. Sabia que um estudo recente da OECD, sobre as tendências sócio-econômicas revelou, até 2050, quatro áreas-chave de interesse global: as alterações climáticas, biodiversidade, água, e o impacto sobre a saúde da poluição ambiental.

Espera-se que a poluição do ar torne-se a principal causa ambiental de mortalidade prematura mundial nas próximas três décadas, mais do que dobrando o número atual, de pouco mais de um milhão para cerca de 3,6 milhões de mortes por ano em 2050. A fuligem, conhecida como carbono negro é um poluente particularmente prejudicial, normalmente liberado por transportes movidos a diesel e a queima de combustíveis fósseis.

É o segundo principal contribuinte para o aquecimento global, depois do dióxido de carbono, e tem sido associada a aumentos de doença respiratória crônica e doença cardiovascular, especialmente na China e outras nações em desenvolvimento, de acordo com a revista científica Environmental Pollution, publicada pela Elsevier.

 

 

Referências

Revistas Científicas Elsevier:

Urban Forestry and Urban Greening

Resources, Conservation and Recycling

Environmental Pollution

Science of the Total Environment

 

Outras Fontes

Environmental Protection Agency (EPA): Municipal Solid Waste in the US: Facts and Figures

Alliance for Community Trees (ACTrees): Rethinking the Role of Foraging in Urban Ecosystem Planning

Natural Resources Defense Council: “Wasted: How America Is Losing Up to 40 Percent of Its Food from Farm to Fork to Landfill”

Container Recycling Institute: “Bottled Up (2000-2010) — Beverage Container Recycling Stagnates”

Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD): “OECD Environmental Outlook to 2050: The Consequences of Inaction”

EPA: “Effects of Black Carbon”

 

Colaboradores Elsevier que trabalharam para este conteúdo:

Diversos colegas na Elsevier colaboraram para este infográfico e post, incluindo:

Cecil C. Konijnendijk van den Bosch, PhD, Editor-Chefe da revista científica Urban Forestry & Urban Greening

Eric Masanet, PhD, Editor-Chefe da revista científica Resources, Conservation and Recycling

Eric Johnson, PhD, Editor-Chefe da revista científica Environmental Impact Assessment Review

Mannava Sivakumar, PhD, Editor-Chefe da revista científica Weather and Climate Extremes

Sandra Broerse, Editor, Environmental Sciences and Ecology at Elsevier

Katherine De Blanger, Editor Associado, Environmental Science and Management at Elsevier

Iris Kisjes, Gerente de Relações Corporativas Elsevier

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A Doença Cardiovascular no Mundo

O impacto das doenças cardiovasculares (DCV) na saúde das populações é crescente em todo o mundo, sobretudo nos países de baixa e média renda. O mundo em desenvolvimento vive um processo de urbanização que melhora o saneamento básico, expande o atendimento médico e instala a imunização em massa, o que aumenta a expectativa de vida. Em paralelo, o sedentarismo e as alterações na dieta aumentam a prevalência da obesidade e demais fatores de risco cardiovasculares. Assim, os países em desenvolvimento apresentam a característica transição da redução do óbito por causas infectoparasitárias para o aumento do óbito cardiovascular.

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