Doenças respiratórias e de ouvido englobam um terço dos problemas simples em crianças saudáveis

O livro Cummings Otorrinolaringologia Pediátrica, lançado pela Editora Elsevier, auxilia o otorrinolaringologista em sua prática diária, afim de mantê-lo atualizado em tópicos essenciais.

A otorrinolaringologia engloba um terço dos problemas simples em crianças saudáveis, um terço dos problemas simples em crianças com comorbidades e um terço dos problemas de saúde terciários em crianças saudáveis e com doenças complexas. Avanços no tratamento melhoraram significativamente a sobrevida em muitas condições apresentadas na infância, como prematuridade, câncer e doenças cardíacas congênitas.

O livro Cummings Otorrinolaringologia Pediátrica, lançado pela Editora Elsevier, enfoca as duas últimas categorias para auxiliar o otorrinolaringologista em sua prática diária, afim de mantê-lo atualizado em tópicos essenciais. Os capítulos apresentam autores de diversas disciplinas, incluindo diagnóstico e conduta de anomalias e estenos e traqueais, refluxo gastresofágico e doença laríngea, distúrbios da aspiração e deglutição e lesões malignas de cabeça e pescoço em crianças.

O objetivo de Cummings Otorrinolaringologia Pediátrica é fornecer uma fonte atualizada para estudantes, residentes, fellows e médicos, além de refletir a dinâmica e o desenvolvimento gradual desta especialidade. A obra apresenta um capítulo sobre doenças infecciosas pediátricas e descreve abordagem prática para problemas clínicos comuns, bem como a avaliação e conduta nas vias aéreas infantis.

O lançamento da Elsevier oferece subsídios para a implementação de descobertas técnicas e tecnologias recentes e que estão moldando e determinando a evolução dos pacientes pediátricos na otorrinolaringologia.

Cummings

Conteúdo produzido por: Dfreire Comunicação e Negócios

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Vencedor da Olimpíada de Anatomia visita a Elsevier

A Elsevier realizou em novembro a 1ª Olimpíada de Anatomia Clínica, cujo objetivo foi estimular o aprendizado e a troca de conhecimentos nesta importante área da medicina. A editora possui um vasto catálogo no campo, com obras essenciais, como o livro Netter – Atlas de Anatomia Humana e o recém-lançado livro texto Netter de Anatomia Clínica, cujo conteúdo foi utilizado para a criação das questões da competição.

O vencedor Renato Colenci, da Faculdade de Medicina da UNESP em Botucatu, ganhou a participação no III Seminário de Anatomia Clínica Aplicada, em Orlando, na Flórida (EUA), oferecido pelo Institute of Applied Anatomy em parceria com o Nicholson Center Hospital.

Cada vencedor indicou um professor de anatomia responsável por sua formação e bom desempenho, que também será premiado com um leitor de livros digital. Renato Colenci sugeriu Renato Ferretti.

Professor e aluno estiveram na Elsevier para conhecer a Editora. Renato Colenci contou que foi Ferretti quem o estimulou a participar da Olimpíada. Ele está no segundo ano, faz estágio de formação em anatomia e tem a intenção de realizar a especialização em cirurgia de cabeça e pescoço.

“O evento nos Estados Unidos é uma grande oportunidade para o desenvolvimento na carreira de medicina que quero seguir”, diz Colenci. “Ganhar a Olimpíada foi uma excelente experiência. Nas últimas etapas eu percebi que podia equiparar meu conhecimento no tema ao de outros estudantes muito fortes. Além disso, a Elsevier nos deu a oportunidade de mostrar a importância desta disciplina, fundamental no currículo de medicina”.

Renato também destaca a importância da Coleção Netter de Anatomia em seu aprendizado. “Os livros Netter são sem dúvida os que mais uso, é um material de extrema qualidade. Além disso, tenho muita admiração pelo trabalho dele. Foi um grande artista, além de médico”.

O professor da UNESP de Botucatu Renato Ferretti contou que seus alunos ficaram muito estimulados em participar da Olimpíada de Anatomia da Elsevier. “Esse tipo de ação é muito importante para estimular o meio acadêmico a sair da sala de aula. Os estudantes podem testar a sua capacidade e acabam se dedicando mais. Só temos a ganhar”.

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Infecção periprotética é a causa mais comum de revisão da artroplastia total do joelho

A etiologia de um novo ou persistente quadro de dor ou um mau funcionamento após a artroplastia total do joelho (ATJ) frequentemente representa um dilema ao diagnóstico. A determinação da causa da dor do paciente tem início com a história clínica, exame físico e estudo radiográfico, mas geralmente são necessários mais exames diagnósticos. Embora haja muitas causas para dor ou falhas, deve-se levar bastante em consideração o quadro de infecção periprotética do joelho (IPJ). O tratamento de uma infecção profunda de prótese de joelho é fundamentalmente diferente do tratamento de outras causas de falha, assim o diagnóstico precoce e preciso de PJI é essencialmente crítico. A IPJ é a causa mais comum de revisão da ATJ nos Estados Unidos. O diagnóstico de IPJ costuma ser desafiador, porque os pacientes reclamam com frequência de uma vaga presença de dor ou disfunção do joelho sem os clássicos sinais ou sintomas de infecção, assim como febre, calafrios, suores, exudatos da ferida ou eritema em torno da incisão.

Leia mais sobre cirurgia de joelho em: Técnicas de Revisão de Artroplastia do Joelho

Por muitas vezes o uso de testes sorológicos e procedimentos como a aspiração articular são necessários, a fim de confirmar ou descartar IPJ pós-ATJ. Em geral, metodologicamente, a análise do soro inclui a medição da taxa de sedimentação de eritrócitos (VHS) e o nível de proteína C-reativa (PCR) e, se os resultados forem anormais, está indicada a aspiração da articulação do joelho. O fluido obtido a partir da aspiração é, em seguida, avaliado por vários testes, incluindo a contagem diferencial de glóbulos brancos (WBC), a fim de determinar a porcentagem de células polimorfonucleares (%PMNs) na amostra.

A IPJ é uma das complicações pós-operatórias mais devastadoras relacionadas a esse procedimento com altos níveis de sucesso. Um diagnóstico preciso, em tempo hábil, é fundamental para iniciar o algoritmo de tratamento correto e ideal para esses pacientes. Embora não exista um teste perfeito para diagnosticar IPJ, os testes sorológicos (VHS e PCR) devem ser utilizados para pesquisar pacientes que possam apresentar essa potencial complicação. Em concordância com as recentes orientações práticas liberadas pela Academia

Americana de Cirurgiões Ortopédicos, se um ou ambos os testes são suspeitos de infecção, é recomendado testar a amostra do fluido sinovial. Esta deve ser realizada com a utilização de técnica estéril para evitar infecção. O líquido sinovial deve ser enviado para culturas microbiológicas, contagem de glóbulos brancos com diferencial e análise de cristal. Temos utilizado esses testes não só para o diagnóstico de infecção crônica, mas também para o diagnóstico precoce no período pós-operatório imediato, embora em diferentes limites de cortes e valores padrões. Esses testes também parecem ser úteis para o diagnóstico de IPJ em pacientes com história de artropatia inflamatória e após prótese unicompartimental (UKA).

Conteúdo extraído do livro: Técnicas de Revisão de Artroplastia do Joelho, Elsevier

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No Dia Nacional do Cego inclusão e cuidados caminham juntos

Hoje, na data em que se comemora o Dia Nacional do Cego, vale ressaltar a importância da inclusão de pessoas que não enxergam total ou parcialmente em nossa sociedade. Os deficientes visuais não fazem parte de um mundo à parte e devem ser inseridos em nossa realidade tendo em vistas suas necessidades assim como as dos demais indivíduos. Outro fator importante que cabe ser lembrado, é a importância dos cuidados com os nossos olhos. Doenças como o glaucoma, por exemplo, surgem no decorrer da vida e não têm cura. Mesmo assim, muitos pacientes só procuram os médicos quando não há mais como reverter o quadro. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma é a primeira causa de cegueira irreversível no mundo – por ano, são registrados 2,4 milhões de novos casos

1Um achado perturbador, mas consistente ao longo dos estudos populacionais é que uma grande porção de glaucomas permanece não diagnosticada.

Em nações desenvolvidas, 50% dos indivíduos com glaucoma não sabem que têm a doença uma porcentagem que aumenta para 62-75% em populações hispânicas dentro dos Estados Unidos e para mais de 90% em nações em desenvolvimento com acesso precário ao sistema de saúde.

O fato de tantos indivíduos com uma condição de cegueira potencial e tratável estarem inconscientes de que têm a doença ressalta a necessidade de melhores estratégias de varredura para identificar aqueles com glaucoma e tratá-los.

O glaucoma é a segunda principal causa de cegueira no mundo. A frequência de cegueira bilateral entre pessoas com glaucoma varia nas populações,com substancial cegueira bilateral por glaucoma observada em países em desenvolvimento com acesso precário a tratamento ocular e em populações em que o glaucoma de ângulo fechado predomina.

Combinando projeções demográficas com modelos de prevalência para glaucoma de ângulo aberto e ângulo fechado, tem sido estimado que 61 milhões de pessoas pelo mundo tiveram glaucoma em 2010 e 8,4 milhões seriam bilateralmente cegos por causa da doença .

Espera-se que o crescimento e o envelhecimento da população mundial resultem em significativo aumento desses números. Enquanto GPAF permanece menos comum do que GPAA, espera-se que o número de indivíduos cegos pelos dois tipos de glaucoma seja aproximadamente igual, dada a alta morbidade do GPAF.

Associações vistas em estudos populacionais transversais ajudam a definir quem está em risco para a doença, mas elas não necessariamente explicam causalidade. Dito isto, existem claras associações vistas na literatura considerando o risco de GPAA e GPAF.

¹ Trecho extraído do livro  YANOFF – OFTALMOLOGIA 3ED

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Projeto social indicado pela Elsevier é premiado

O programa RE Cares se empenha anualmente apoiando empresas que integram seus funcionários em projetos que impactam a sociedade positivamente. O RE Cares realiza doações a projetos locais indicados por empregados do Grupo RELX, que promovem sua missão de educação a jovens desfavorecidos. Este ano o projeto indicado pelo RE Cares foi o “Educate the favela”, que não só foi um dos projetos escolhidos como também foi premiado com o valor de USD 12.500. A premiação será entregue em janeiro de 2017.

O projeto “Educate the favela” é uma ONG conduzida por voluntários, com membros locais e internacionais. Que atua dentro e ao redor da comunidade historicamente problemática do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro, implementando projetos que empoderam adolescentes desprivilegiados e ampliam seus horizontes com uma educação que muda a vida e o acesso à informação. O projeto tem como filosofia que a educação transforma vidas e comunidades e deve estar disponível para todos.

EDUCATE THE FAVELA – OS PROJETOS:

Novos Líderes

Curso introdutório prático para adolescentes sobre negócios, liderança e empreendedorismo, incluindo o desenvolvimento de um projeto de negócio pessoal.

Festa do Trabalho

Programa para promover oportunidades de inclusão e aprendizado, através de trabalho educacional comunitário e eventos (incluindo artes, esportes, música, ciência e tecnologia).

Voluntários na Escolas

Programa que conecta voluntários motivados (estrangeiros e estudantes universitários locais) com escolas comunitárias da favela para assessorar nas aulas e criar novas experiências de aprendizado – focando em inglês, matemática, ciência, artes e esportes.

A Elsevier fica muito feliz com essa vitória que significa tanto para a vida de muitos jovens do nosso país. Com educação os sonhos se tornam possíveis.

Ezequiel M. Farré, diretor regional da Elsevier esteve presente no Colégio Batista, no Rio de Janeiro, para assistir a apresentação com os Novos Líderes do Educate The Favela, finalistas do processo.

Ezequiel M. Farré, diretor regional da Elsevier esteve presente no Colégio Batista, no Rio de Janeiro, para assistir a apresentação com os Novos Líderes do Educate The Favela, finalistas do processo.

Saiba mais sobre o projeto Educate The Favela – clique aqui

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45% da população ocidental sofre com problemas de refluxo

Para descobrir se o paciente necessita de cirurgia gastroesofágica para resolver o problema,  o médico deve fazer avaliação e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.


Dentre todas as doenças no aparelho digestivo, uma das mais comuns é o refluxo. Quase metade da população ocidental se queixa de ter pelo menos um refluxo ao mês, segundo dados da National Digestive Diseases Information Clearinghouse (EUA). Na maior parte dos casos, a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) exige mudanças de hábitos, medicamentos leves, que geralmente são temporários, ou até alguns mais pesados. Nos casos mais graves, onde o medicamento não faz efeito, é necessário realizar uma cirurgia gastroesofágica.

Para descobrir se a cirurgia é necessária, o médico deve fazer uma avaliação crítica e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.

Para oferecer um apoio aos profissionais da saúde especializados em cirurgia do sistema digestivo, a Elsevier lança a 5ª edição do livro Griffin: Cirurgia Gastroesofágica, editada pelos profissionais especialistas Michael Griffin, Simon A. Raimes e Shenfine Jon e que conta com a participação de médicos reconhecidos na área de diversas partes do mundo. O título faz parte da série Um Companheiro para a Prática Cirúrgica do Especialista, que conta com cinco obras, cada uma  especializada em um tipo de cirurgia.

“A obra tem excelente qualidade de imagens, tanto fotos quanto desenhos; abrange temas importantes e atuais; é simples, bem escrita e direta. Excelente para a consulta no dia a dia, foi organizada como um manual, de fácil acesso e didática. Um ponto muito interessante são as referências: os autores destacam e fazem comentários sobre os títulos que recomendam. Os capítulos foram muito bem escritos e trazem ótimas revisões de cada tema, algo difícil de ser feito numa área em que os conhecimentos mudam e se atualizam muito rapidamente”, explica Marcelo Mester, doutor em cirurgia gastroenterológica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pós graduado em cirurgia oncológica pelo Massachussets General Hospital, Harvard Medical School.

O livro descreve o passo a passo das principais técnicas cirúrgicas gastroesofágicas, com linguagem clara que abrange as necessidades dos cirurgiões em treinamento e especialistas, já que seu conteúdo é baseado em evidências desta especialidade, que é relevante para a prática cirúrgica geral.

Além do tratamento da doença do refluxo gastroesofágico, a obra aborda patologia dos tumores esofágicos e gástricos, cirurgia para o câncer esofágico e do estômago, tratamentos paliativos dos carcinomas esofágicos e gástricos, hérnia paraesofágica e volvo gástrico, entre outras doenças do sistema digestivo.

doencas

GRIFFIN, Michael – MD Consultor, Departamento de Anestesia e Cuidados Intensivos, Mater Misericordiae Hospital, Dublin, Irlanda.

RAIMES, Simon A. – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

SHENFINE, Jon – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal Alta, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

Conteúdo produzido por: DFreire Comunicação e Negócios

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