Conheça 100 dos medicamentos mais importantes

 

Prescrever pela primeira vez é uma experiência estressante para qualquer estudante de medicina. De todas as tarefas executadas por novos médicos, é provavelmente a de maior impacto direto sobre o bem-estar dos pacientes.

Para apoiar os estudantes de medicina e de farmácia, médicos recém-formados, farmacêuticos e prescritores não médicos, a Elsevier lança o livro “Top 100 Medicamentos”, com informações-chave sobre a farmacologia clínica e prescrição prática de cada fármaco.

Na listagem da edição original foi incluída a dipirona, por ser um fármaco muito utilizado no Brasil. O objetivo é fazer uma ponte entre um livro didático de um estudante e um manual do prescritor.

Para saber mais sobre Top 100 Medicamentos clique aqui.

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A ação dos fármacos em nosso organismo

¹A farmacologia molecular vem avançando rapidamente, e o novo conhecimento está mudando nossa compreensão sobre a ação dos fármacos e também abrindo muitas novas possibilidades terapêuticas.

Os alvos proteicos para a ação de fármacos sobre as células de mamíferos podem ser, no geral, divididos em: receptores, canais iônicos, enzimas e transportadores (moléculas carregadoras). A maioria dos fármacos importantes age sobre um ou outro desses tipos de proteína, mas existem exceções. Por exemplo, a colchicina , utilizada no tratamento de ataques agudos de gota, interage com a proteína estrutural tubulina, enquanto alguns fármacos imunossupressores (p. ex., a ciclosporina) ligam-se a proteínas citosólicas conhecidas como imunofilinas. Anticorpos terapêuticos que agem sequestrando as citocinas (mediadores proteicos envolvidos na inflamação), também são usados. Alvos para fármacos quimioterapêuticos, em que a intenção é suprimir os microrganismos invasores ou as células cancerígenas, incluem DNA e constituintes da parede celular, assim como outras proteínas.

RECEPTORES

Os receptores são os elementos sensores no sistema de comunicações químicas que coordenam a função de todas as diferentes células do organismo, sendo mensageiros químicos os vários hormônios, transmissores e outros mediadores. Muitos fármacos terapeuticamente úteis agem, ou como agonistas ou como antagonistas, nos receptores de mediadores endógenos conhecidos.

CANAIS IÔNICOS

Os canais iônicos são basicamente portões presentes nas membranas celulares, que, de modo seletivo, permitem a passagem de determinados íons, e que são induzidos a se abrir ou se fechar por uma variedade de mecanismos. Os canais controlados por ligantes e os canais controlados por voltagem são dois tipos importantes. O primeiro abre apenas  quando uma ou mais moléculas agonistas são ligadas, e são propriamente classificados como receptores, já que é necessária a ligação de um agonista para que sejam ativados. Os canais controlados por voltagem são regulados não por ligação de um agonista, mas sim por alterações no potencial transmembrana.

ENZIMAS

Vários fármacos são direcionados para as enzimas. Com frequência, a molécula do fármaco é um substrato análogo que age como um inibidor competitivo da enzima (p. ex., o captopril , agindo sobre a enzima conversora de angiotensina), em outros casos, a ligação é irreversível e não competitiva (p. ex., a aspirina, agindo na ciclo-oxigenase).

TRANSPORTADORES

Em geral, a movimentação de íons e pequenas moléculas orgânicas através das membranas celulares ocorre através dos canais (anteriormente) ou através da ação de uma proteína transportadora, visto que as espécies permanentes são, em geral, muito polares (insuficientemente lipossolúveis) para penetrar nas membranas lipídicas por si mesmas.

 

*Trecho retirado do livro RANG & DALE FARMACOLOGIA 8ED, Elsevier

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Fármacos Usados em Doenças da Tireoide

RANG AND DALE, Farmacologia 7/E

HIPERTIREOIDISMO
O hipertireoidismo pode ser tratado farmacológica ou cirurgicamente. Em geral, a cirurgia é usada apenas quando há problemas mecânicos decorrentes da compressão da traqueia, e é comum a remoção de apenas parte do órgão. Embora o quadro de hipertireoidismo possa ser controlado com agentes antitireoidianos, esses fármacos não alteram os mecanismos autoimunes ou melhoram a exoftalmia associada à doença de Graves.

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Complicações e Tratamento do Diabetes Melito

Clayton, Farmacologia na Prática da Enfermagem

DIABETES MELITO

O diabetes melito é uma doença caracterizada pela hiperglicemia (níveis de glicose plasmática em jejum > 100 mg/dL) e anormalidades no metabolismo de gordura, carboidrato e proteína que levam a complicações microvasculares, macrovasculares e neuropáticas. Diversos processos patológicos estão associados ao desenvolvimento do diabetes e os pacientes geralmente possuem deficiência referente à secreção de insulina, assim como defeitos na ação da insulina, resultando na hiperglicemia. Atualmente, reconhece-se que diversos mecanismos patológicos estão envolvidos por doenças diferentes.

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