As indicações de acesso vascular em bebês e crianças

 

O dispositivo mais frequentemente utilizado para o acesso venoso em crianças é uma cânula intravenosa periférica (IVP). Embora o acesso venoso em adultos seja obtido, muitas vezes, com dificuldade mínima, a colocação de um cateter intravenoso em crianças pode ser bastante traumática para a criança, para os pais e para os profissionais de saúde envolvidos.

As circunstâncias particulares de cada criança exigem soluções específicas para o acesso vascular, isto é, a escolha do dispositivo e o local escolhido para o seu posicionamento. Os médicos devem estar cientes das limitações e potenciais efeitos adversos dos vários dispositivos de acesso vascular (DAVs) que estão disponíveis.

A tabela retirada do livro Cirurgia Pediátrica 6ª edição mostra as indicações de acesso vascular em bebês e crianças:

CVC, cateter venoso central; IO, via intraóssea; CCIP, cateter venoso central introduzido perifericamente; IVP, cateter intravenoso periférico.

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Os mistérios do comportamento dos jovens

 

A profissão médica é uma arte que aplica o conhecimento científico diariamente. Os profissionais da medicina estão em constante atualização para evitar que os pacientes sejam punidos pela inépcia nos estudos.

Pesquisas recentes na área da saúde apontam mudanças importantes no comportamento dos jovens ao iniciarem seus relacionamentos afetivos. Ainda à procura de uma identidade sexual, em meio a tantos mistérios, preconceitos, transformações físicas e emocionais, os jovens parecem confusos!

¹Além do pensamento mágico, comum na adolescência, mitos e fantasias é que parecem contribuir para tal fato. Do mesmo modo, a falta de maturidade de muitos adolescentes torna difícil a iniciativa em busca de um método contraceptivo, sendo necessária, por vezes, a intermediação de um adulto de referência. E, ainda, a escassez de serviços especializados acessíveis aos jovens é outro fator a ser considerado.

¹Trecho retirado integralmente do livro Manual de Terapeutica – Pediátrica 4ª EDIÇÃO.

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Aumento da obesidade infantil assusta especialistas

A quantidade de jovens a cima do peso vem  crescendo alarmantemente em todo mundo, principalmente em crianças de faixa etária abaixo de 5 anos. Nos últimos 15 anos o excesso de peso em crianças até essa idade, aumentou em 10 milhões. A taxa que era  48% em 1990, passou para os atuais 6,1% em 2016. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o quadro vem se agravando tão rapidamente que já é considerado um pesadelo explosivo nos países em desenvolvimento.

Mesmo assim, o fenômeno ainda não é abordado com a seriedade que merece, sendo, muitas vezes, tratado como uma consequência do estilo de vida das famílias e não um problema de saúde pública. Especialistas ressaltam a importância que o governo e órgãos de saúde têm para discutir esse tema, e alertam que a epidemia de obesidade poderá reverter muitos dos benefícios para a saúde que contribuíram para o aumento da longevidade observada no mundo.

ALGUNS EFEITOS DA OBESIDADE

Sobrepeso e obesidade também constituem fatores de risco para o aparecimento de diabete melito tipo 2, neoplasias diversas, doenças musculoesqueléticas, litíase biliar, hiperuricemia, apneia do sono, infertilidade e depressão. Segundo uma análise epidemiológica efetuada pela OMS, IMC maior ou igual a 21 kg/m2 são responsáveis por 58% dos casos de diabete melito tipo 2, 21% dos casos de insuficiência coronariana e por 8 a 42% dos casos de câncer no mundo. Dentre o total de casos de diabete melito no planeta, 85% são do tipo 2 e 90% desses pacientes apresentam excesso de peso.

Em países desenvolvidos, estima-se que o custo direto do tratamento do excesso de peso alcance 7% dos gastos com o setor saúde. Somente nos Estados Unidos da América (EUA), o custo anual com o tratamento de obesidade e suas complicações ultrapassa os 100 bilhões de dólares. Ainda nos EUA, o índice de mortalidade cardiovascular aumentou em torno de duas vezes em indivíduos obesos, sendo as complicações relacionadas ao excesso de peso consideradas a segunda causa evitável de morte, logo após o tabagismo. Chama a atenção o aparecimento de diabete melito tipo 2 infantojuvenil associado à obesidade, uma doença que no passado recente era raríssima nesta faixa etária. Existe o risco de que a expectativa de vida dos norte-americanos em gerações futuras seja menor do que a atual em decorrência das complicações da obesidade. (Trecho retirado do livro Hipertensão, 2º Edição, publicado pela Elsevier)

A CULPA NÃO É DAS CRIANÇAS

Segundo a OMS, um dos maiores contribuintes para que as crianças comam cada vez pior e para a atual epidemia de obesidade infantil têm sido o marketing e a publicidade, que impactam significativamente, não somente na escolha de um produto como também na preferência da marca deste produto pelas crianças. Estudos realizados com meninos  e meninas com menos  de 5 anos e pessoas de outras faixas etárias, concluíram que quanto mais jovem, maior a influência exercida pela exposição a anúncios de televisão e internet.

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