Está na mídia e na literatura

A cirurgia intima, deixou de ser um Tabu na sociedade e passou a ganhar espaço tanto na mídia quanto na literatura. Segundo dados coletados pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), por volta de 12.870 mulheres brasileiras realizaram a cirurgia de labioplastia. Esse dado tornou o Brasil o país recordista em cirurgias íntimas femininas em 2015.

Pensando nesse contexto, a Elsevier lança a 1a edição da obra Cirurgia Íntima: Plástica Genital Feminina.

Cirurgia Íntima: Plástica Genital Feminina é um livro nacional que apresenta temas como: história da cirurgia íntima, anatomia, embriologia, labioplastia e suas diversas técnicas do ramo. O livro é uma boa ferramenta didática que utiliza uma linguagem visual como suporte para compreensão de conteúdos científicos e técnicos. É um excelente guia para o profissional da área.

Para saber mais sobre a obra e seus procedimentos, acesse Aqui

Um olhar para a compreensão: Angiografia por OCT

Sabia que aproximadamente 347 milhões de pessoas possuem diabetes melittus (elevados níveis de glicemia no sangue)?  Uma forma de detectar essa doença é através da retina, sendo o OCT (Optical coherence tomography) o exame mais recomendado para identifica-la.

“O exame de tomografia de coerência óptica (OCT) é um método de imagem não invasiva cada vez mais utilizada na medicina para a análise microestrutural das estruturas anatômicas. Sua utilização na oftalmologia teve início na década de 1990 e desde então, com avanços na tecnologia de obtenção de imagens e melhor compreensão dos achados por parte dos oftalmologistas, se tornou um recurso indispensável na prática clínica, sobretudo nas alterações com acometimento de retina, coroide e nervo óptico.” (trecho retirado do livro Angiografia por OCT).

Essa nova tecnologia revolucionou o ramo da Oftalmologia. Há 30 anos essa forma de diagnóstico se encontra no mercado internacional, entretanto vem ganhando espaço no âmbito nacional há apenas quatro anos. Por ser uma área de estudo muito recente no Brasil a obra, que será lançada pela Elsevier, reuni os estudos de especialistas tanto nacionais quanto internacionais. O livro aborda o assunto de maneira objetiva, didática e utiliza recursos visuais para auxiliar no entendimento do leitor.

O livro estará disponível em breve.

A constante evolução da enfermagem

 

A enfermagem está sempre respondendo a mudanças dinâmicas e desafios contínuos. Nos dias de hoje, os enfermeiros precisam ter uma base ampla de conhecimentos para trabalhar no cuidado. E o mais importante: saber como aplicar as melhores evidências na prática a fim de garantir os resultados positivos para seus pacientes.

O papel do profissional de enfermagem inclui assumir a liderança na preservação das práticas e demonstrar a sua contribuição aos cuidados de saúde do seu país. Os enfermeiros do futuro, portanto, deverão ser pensadores críticos, defensores do paciente, tomadores de decisões clínicas e educadores do paciente dentro de um amplo espectro de serviços de prestação de cuidados.

Abaixo selecionamos uma imagem do livro “Fundamentos de Enfermagem” para você, enfermeiro, estudar o sistema digestório.

Assista também o video do prof. Marcelo Santos sobre a importância da obra “Fundamentos de Enfermagem” para a formação do enfermeiro. Clique na imagem!

Medicina veterinária para felinos atualizada

Radiografia torácica lateral de um gato com infecção disseminada por Mycobacterium avium mostra um padrão broncointersticial difuso. O gato apresentava vômito e inapetência. A principal alteração clínica foi a linfoadenopatia mesentérica palpável. Não havia sinais respiratórios.

Essa imagem faz parte do livro “Medicina Interna de Felinos”, lançamento da Elsevier.

A obra apresenta 103 capítulos totalmente novos, que refletem as últimas descobertas. Os tópicos estão baseados em evidências, tais como microbioma intestinal; diagnóstico e tratamento doenças infecciosas; monitoramento contínuo da glicose; terapia com células-tronco; dermatoses emergentes; controvérsias na nutrição felina; anestesia para o gato idoso e muito mais!

O que é e como ocorre o Tromboembolismo Venoso?

O tromboembolismo venoso (TEV) é a causa mais comum de morte evitável em pacientes hospitalizados, com uma estimativa de 25.000 pacientes morrendo de TEV evitável, intra-hospitalar no Reino Unido a cada ano. As duas manifestações mais comuns do TEV são trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP), ambas as quais estão associadas à morbidade significativa (síndrome pós-trombótica e hipertensão pulmonar tromboembólica, respectivamente). Como a cirurgia está associada a um risco elevado de TEV pós-operatório, as estratégias de tromboprofilaxia baseadas em evidências devem ser empregadas para reduzir este risco e aqueles pacientes com sintomas e/ou sinais sugestivos de TEV devem ser cuidadosamente investigados e conduzidos adequadamente.

EPIDEMIOLOGIA DO TEV

A incidência de um primeiro episódio de TEV é estimado em 1-2 por 100 pessoas-ano em caucasianos brancos, com uma incidência menor em hispânicos e asiáticos. O risco de TEV aumenta progressivamente com a idade, com uma incidência de >5/1.000 pessoas-ano naqueles com mais de 80 anos de idade. A incidência de TEV é aproximadamente igual em homens e mulheres; no entanto, ele é mais frequente em mulheres de idade fértil, provavelmente devido ao uso de terapias hormonais (a pílula contraceptiva oral combinada e a terapia de reposição hormonal) e à gravidez, considerando que após os 45 anos de idade as taxas de incidência são geralmente mais elevadas nos homens. Os estudos clínicos, excluindo os dados de autópsia, têm mostrado consistentemente que a incidência de TVP é aproximadamente duas vezes a de EP. Estima-se que existem mais de 130.000 casos de TEV no Reino Unido a cada ano, a um custo (direto ou indireto) de cerca de $ 640 milhões por ano.

A TVP e EP são o resultado do mesmo processo de doença, o TEV; dos pacientes que apresentam sintomas de EP, até 80% terão TVP assintomática e naqueles que apresentam TVP sintomática, 50-80% podem ser mostrados através de imagem como tendo EP.

Aproximadamente metade dos episódios de TEV é idiopática na natureza (definido como não tendo nenhuma cirurgia, trauma, câncer, gestação ou imobilização recente), o restante apresentando após um evento precipitador óbvio. Dos pacientes diagnosticados com TEV, a maioria (73,7%) apresenta-se como pacientes ambulatoriais e, destes, uma proporção significativa foi submetida a cirurgia (23,1%) ou foi hospitalizada (36,8%) nos últimos três meses. O pico de incidência de TEV após cirurgia é aos 21 dias de pós-operatório, com o risco remanescente significativamente aumentado durante 3 meses após a cirurgia.

*Informações extraídas do livro: Tópicos Essenciais em Cirurgia Geral e de Emergência 5ED, Elsevier

*Vídeo: Guyton & Hall, Tratado de Fisiologia Médica, 12ed – Apresenta esquematicamente a fisiopatologia da tromboembolia pulmonar.

Radiografia brasileira usará raios X digital com tecnologia própria no mercado

Com previsão de chegada ao mercado em janeiro do próximo ano, o aparelho para a realização de exames de raios X digital com qualidade de radiografias melhorada e redução da radiação recebida pelos pacientes em até 80%, será fabricado no Brasil. A nova tecnologia é resultado de uma parceria entre a empresa Alliage, o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF) da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e o Instituto Atlântico, no Ceará.

Pensando em diminuir a radiação, uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto de Física da USP desenvolveu um protótipo de raios X digital, em 2014. Agora que a tecnologia está sendo testado para ser efetivamente comercializada, os responsáveis pretendem patenteá-la e dividir os royalties entre os parceiros e também com o Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, instituição que sedia o CePOF.

O equipamento o mesmo princípio dos convencionais, mas, em vez de sensibilizar uma base de prata, a radiação incide sobre um filme fotoluminescente constituído por sais de terras-raras. Ao incidir em cada ponto do filme, o laser fornece energia necessária para que essas moléculas emitam uma luz azul, quanto mais luz azul, mais radiação sobre o filme, o que permite mapear toda a intensidade de raios X. Essa utilização de filmes em raios X já era utilizada na radiologia convencional, a novidade da tecnologia brasileira está no escâner a laser, que “lê” o filme e encaminha em tempo real a imagem gerada para um monitor de alta resolução.

¹PROCESSO DE RADIOLOGIA CONVENCIONAL

As imagens produzidas através do uso da radiação ionizante (i.e.,a produção de raios X mas sem o uso de material de contraste, como bário ou iodo) são chamadas radiografias convencionais ou, mais frequentemente, raios X simples. A principal vantagem das radiografias convencionais é que as imagens são de produção relativamente barata, podem ser obtidas em praticamente qualquer lugar utilizando-se máquinas portáteis ou móveis e ainda são os estudos de imagem mais amplamente utilizados. Elas necessitam de uma fonte que produza os raios X (a ”máquina de raios X”), um método para gravar a imagem (um filme, cassete ou placa fotossensível) e uma maneira de processar a imagem gravada (usando substâncias químicas ou um leitor digital). Usos comuns para a radiografia convencional incluem o raio X de tórax, raio X simples do abdome e virtualmente qualquer imagem inicial do sistema esquelético para avaliar fraturas ou artrites. As principais desvantagens da radiografia convencional são a variação limitada das densidades que podem ser demonstradas e o fato de usar radiação ionizante.

¹AS CINCO DENSIDADES BÁSICAS

A radiologia convencional está limitada a demonstrar cinco densidades básicas, aqui dispostas da menos para a mais densa (Tabela 1-1)

  • Ar, que é o mais escuro na radiografia
  • Gordura, que é mostrada como um cinza mais claro do que o ar
  • Tecido mole ou líquido (como o tecido mole e o líquido se parecem na radiografia convencional, é impossível diferenciar o músculo cardíaco do sangue dentro do coração em uma radiografia de tórax)
  • Cálcio (usualmente nos ossos)
  • Metal que tem o aspecto mais claro em uma radiografia

Objetos com densidade metálica não aparecem normalmente no corpo. Meio de contraste radiológico e próteses dos joelhos ou quadris são exemplos de densidades metálicas colocadas artificialmente no corpo (Fig. 1-7). Embora as radiografias convencionais sejam produzidas por radiação ionizante em doses relativamente baixas, a radiação tem o potencial para produzir mutações celulares, que podem levar a muitas formas de câncer e anormalidades. Dados de saúde pública sobre níveis mais baixos de radiação variam em relação à avaliação do risco, mas sabe-se que devem ser realizados apenas os exames diagnósticos clinicamente necessários e que os exames usando raios X devem ser evitados em épocas potencialmente teratogênicas, como na gravidez.

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DIA DO RADIOLOGISTA

O Dia do Radiologista é comemorado anualmente no dia 8 de novembro. E tem o objetivo de homenagear os profissionais responsáveis por examinar a estrutura óssea e muscular dos pacientes através dos raios X, uma das principais invenções da medicina contemporânea, ou por meio de outros equipamentos que ajudam a identificar problemas no interior do corpo humano.

Sugestão de leitura Elsevier: O lançamento Manual de Raios-X de Torax 4ED. O objetivo da obra e amplamente utilizado, este manual pode ser usado para exame e interpretação de radiografias de tórax é uma ajuda inestimável para estudantes de medicina, médicos iniciantes, enfermeiros, fisioterapeutas e radiografistas.

¹Trecho retirado integralmente do livro Radiologia Básica 3ED, Elsevier

Matéria produzida com informações da Agência Fapesp