Da superfície ao interior bacteriano

As bactérias estafilococos, estreptococos e enterococos são, geralmente, associadas a doenças. Entretanto, elas fazem parte da microbiologia do corpo humano. ”O simples isolamento de uma destas bactérias de uma amostra clínica não significa que há doença. As doenças ocorrem em grupos específicos de pacientes, em condições bem definidas, sendo então importante compreender sua epidemiologia” (trecho retirado da obra Microbiologia Médica Básica).

O livro apresenta várias curiosidades sobre o tema, leia algumas:

  • O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) estima que ocorram 80 mil casos de infecções por Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA) nos Estados Unidos e que haja anualmente mais de 11 mil mortes relacionadas com esta bactéria;
  • O Streptococcus pyogenes (estreptococos do grupo A) é a causa mais comum de faringite bacteriana;
  • O Streptococcus agalactiae (estreptococos do grupo B) é a causa mais comum de septicemia e meningite em recém-nascidos;
  • O Streptococcus pneumoniae é responsável por 3 mil a 6 mil casos de meningite, 50 mil casos de septicemia, 400 mil internações hospitalares por pneumonia e 7 milhões de casos de otite média, por ano, nos Estados Unidos, apesar da disponibilidade de vacinas eficazes;
  • A resistência à vancomicina nos enterococos foi descrita pela primeira vez em 1986, espalhou-se globalmente e atualmente cerca de 10% dos Enterococcus faecalis e mais de 90% dos Enterococcus faecium são resistentes a esta droga.

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