Uso de Contrastes no Ecocardiograma em Repouso

Lang, Ecocardiografia Dinâmica

 

A avaliação rápida da necessidade do uso do contraste já no início do exame e o acionamento de pessoal para auxiliar no  acesso intravenoso (IV) e administração do contraste ajudarão a manter um fluxo eficiente de trabalho. Uma vez que o contraste esteja preparado e o paciente seja avisado de que haverá necessidade de seu uso, já se pode administrá‑lo.

Três métodos de injeção são usados atualmente: bolus, diluição e infusão. O objetivo da administração é fornecer contraste suficiente para opacificar adequadamente a cavidade do ventrículo esquerdo (VE) sem provocar redemoinho apical ou atenuação. A administração em bolus consiste em injetar uma pequena quan­tidade de contraste (0,3 a 0,5 mL) seguida de injeção lenta de solução salina (1 a 10 mL). Na administração pelo método de diluição (uma ampola de contraste diluído em solução salina em seringa de 5 a 10 mL), injeta‑se 0,5 a 1,0 mL do agente contras­tante lentamente, seguida ou não de injeção salina.6 Por último, na administração por infusão injeta‑se a ampola de contraste em um frasco ou seringa com 50 a 100 mL de soro fisiológico, para em seguida proceder‑se à infusão lenta da mistura, ou então co­necta‑se um equipo de soro fisiológico com 100 a 150 mL, car­rega‑se os 30 cm proximais do equipo com o contraste e faz‑se a injeção com soro fisiológico.

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Informações sobre Ecocardiograma Transeofágico

Lang, Ecocardiografia Dinâmica

ECOCARDIOGRAFIA TRANSEOFÁGICA

O achado de trombos em pacientes com FA associa-se a um pior desfecho devido ao risco de tromboembolismo e morte, permanecendo como uma contraindicação à cardioversão elétrica eletiva. No entanto, a ecocardiografia transtorácica tem baixa acurácia preditiva na identificação ou exclusão de trombos no AE e apêndice atrial. A ecocardiografia transesofágica (ETE) monoplanar, biplanar ou multiplanar oferece uma excelente visibilização do AE e AAE para a detecção de trombos, com um alto grau de sensibilidade (92% a 100%), especificidade (98% a 100%) e valor preditivo negativo (98% a 100%) (Fig. 34.1). Apesar de sua alta acurácia, o ETE é insensível para trombos menores de 2 mm, além de poder ter resultados falso positivos quando artefatos, músculos pectíneos e intenso contraste ecocardiográfico espontâneo são identificados erroneamente como trombos (Fig. 34.2).

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