Prevalência e Taxa de Cegueira Associada

Estudos populacionais são o padrão-ouro para a detecção da prevalência de doenças oculares, e muitos têm sido conduzidos especificamente para avaliar o glaucoma como mostra a figura do livro YANOFF – OFTALMOLOGIA 3/E.

YANOFF OFTALMOLOGIA 3/E

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Órbita

Confira trecho de SPAETH – CIRURGIA OFTALMOLÓGICA, 4ª ,

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Anatomia

A órbita é uma cavidade em forma de pera, cujo pedículo é o canal óptico (Fig. 3.1). A porção intraorbitária do nervo óptico é mais longa (25 mm) que a distância entre a parte posterior do globo ocular e o canal óptico (18 mm). Isso permite deslocamento significativo do globo para a frente (proptose) sem excessivo estiramento do nervo.

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LASIK para miopia, hipermetropia e astigmatismo

Introdução

O LASIK foi desenvolvido há cerca de 20 anos pelo Dr. Pallikaris na Grécia e pelo Dr. Buratto na Itália, resultado da evolução da cirurgia refrativa lamelar realizada anteriormente pelo Dr. Barraquer e pelo Dr. Ruiz

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Miopia Degenerativa

Yanof, Oftalmologia 3/E

 

Definição: Forma pouco compreendida de miopia axial que pode estar associada a complicações que levam à cegueira.

 

Características principais

■ Progressiva expansão do globo ocular com formação de estafiloma posterior e degeneração macular secundária.

 

Características associadas

■ Formação de catarata prematura.
■ Sinérese do vítreo.
■ Descolamento regmatogênico da retina.
Glaucoma.
■ Retinosquise foveal.

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Imagens Oftalmológicas de Pacientes com Oftalmia Simpática


YANNUZZI, Atlas de Retina 1/E

Oftalmia Simpática
A oftalmia simpática é uma uveíte granulomatosa que acomete  o olho contralateral após traumas penetrantes cirúrgicos ou acidentais no outro olho. O aparecimento da inflamação no olho contralateral pode ocorrer dias ou anos após a lesão desencadeante, mas geralmente se dá nos primeiros meses. A princípio, os pacientes relatam desconforto ocular brando, visão borrada, fotofobia e perda de acomodação. Dentre os achados oculares, incluem-se a presença de células e flare na câmara anterior e de precipitados ceráticos no endotélio da córnea. No segmento posterior, as alterações incluem papilite, vitrilite e um descolamento neurossensorial exsudativo que pode mimetizar a doença de Harada. Pequenos pontos amarelo-esbranquiçados, abaixo do EPR, conhecidos como nódulos de Dalen-Fuchs, caracterizam esta doença. O tratamento geralmente envolve o uso de corticosteroides ou outros agentes imunossupressores, com graus variáveis de sucesso. A enucleação do olho que desencadeou a inflamação, após seu início, ainda é controversa.

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