Doenças respiratórias e de ouvido englobam um terço dos problemas simples em crianças saudáveis

O livro Cummings Otorrinolaringologia Pediátrica, lançado pela Editora Elsevier, auxilia o otorrinolaringologista em sua prática diária, afim de mantê-lo atualizado em tópicos essenciais.

A otorrinolaringologia engloba um terço dos problemas simples em crianças saudáveis, um terço dos problemas simples em crianças com comorbidades e um terço dos problemas de saúde terciários em crianças saudáveis e com doenças complexas. Avanços no tratamento melhoraram significativamente a sobrevida em muitas condições apresentadas na infância, como prematuridade, câncer e doenças cardíacas congênitas.

O livro Cummings Otorrinolaringologia Pediátrica, lançado pela Editora Elsevier, enfoca as duas últimas categorias para auxiliar o otorrinolaringologista em sua prática diária, afim de mantê-lo atualizado em tópicos essenciais. Os capítulos apresentam autores de diversas disciplinas, incluindo diagnóstico e conduta de anomalias e estenos e traqueais, refluxo gastresofágico e doença laríngea, distúrbios da aspiração e deglutição e lesões malignas de cabeça e pescoço em crianças.

O objetivo de Cummings Otorrinolaringologia Pediátrica é fornecer uma fonte atualizada para estudantes, residentes, fellows e médicos, além de refletir a dinâmica e o desenvolvimento gradual desta especialidade. A obra apresenta um capítulo sobre doenças infecciosas pediátricas e descreve abordagem prática para problemas clínicos comuns, bem como a avaliação e conduta nas vias aéreas infantis.

O lançamento da Elsevier oferece subsídios para a implementação de descobertas técnicas e tecnologias recentes e que estão moldando e determinando a evolução dos pacientes pediátricos na otorrinolaringologia.

Cummings

Conteúdo produzido por: Dfreire Comunicação e Negócios

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DROGAS – O problema da saúde pública

O problema do uso indevido de drogas vem ganhando proporções gravíssimas nas últimas décadas, tornando-se um desafio de saúde pública em todo o país. Segundo relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime – ONODC, de 2015, estima-se que 246 milhões de pessoas – um pouco mais do que 5% da população mundial com idade entre 15 e 64 anos – tenha feito uso de drogas ilícitas em 2013. Cerca de 27 milhões de pessoas fazem uso problemático de drogas, das quais quase a metade são pessoas que usam drogas injetáveis (PUDI).

Além disso, este contexto também é refletido nos demais segmentos da sociedade por sua relação comprovada com os agravos sociais, como: acidentes de trânsito e de trabalho, violência domiciliar e crescimento da criminalidade, doenças. Ainda segundo o estudo da ONODC, cerca de 1,65 milhão de pessoas que injetam drogas estavam vivendo com HIV em 2013.

Pesquisas também apontem que, os homens são três vezes mais propensos ao uso de maconha, cocaína e anfetamina, enquanto que as mulheres são mais propensas a usar incorretamente opióides de prescrição e tranquilizantes. Os motivos que os levam a utilizar tais substâncias são dos mais variados, desde a necessidade de aceitação por um grupo até um problema de cunho familiar ou emocional. E na mesma proporção, são inúmeras as pessoas que se aproveitam disso para obter sua fonte de renda traficando.

DEPENDÊNCIA QUÍMICA

¹O vício em drogas é definido como o uso compulsivo de substâncias independente das sérias consequências negativas. O uso prejudicial de drogas e a dependência contribuem significativamente para a morbidade clínica e mortalidade, tanto diretamente, como resultado dos efeitos tóxicos de drogas de abuso, quanto indiretamentepor acidentes, violência, uso de agulhas não estéreis e outros problemas de saúde. Os maiores colaboradores com a enfermidade e morte são, de longe, as drogas legais amplamente usadas, tabaco e álcool, embora drogas viciantes ilegais e drogas prescritas abusadas também tenham custo significativo. Além disso, a dependência cria encargos enormes para a sociedade ao alterar o funcionamento da pessoa viciada em diversos papéis na vida, afetar famílias e comunidades, além de motivar o crime.

O uso compulsivo, a característica fundamental da dependência, significa que a pessoa afetada não pode controlar o uso da substância durante um período significativo de tempo, apesar de poderosas razões para fazê-lo, como problemas de saúde relacionados à droga, prisão associada à droga ou ameaça de perder o emprego ou cônjuge. Na clínica, o vício poder ser frustante de tratar: a busca por drogas e a sua administração são comportamentos aparentemente voluntários que uma pessoa, até prova contrária, consciente não parece disposta a controlar. Mesmo depois de esforços significativos terem sido exercidos para fazer um paciente viciado iniciar um tratamento, a recaída é comum, mesmo bem depois de o último sintoma de abstinência ter aparecido. (¹ Fonte: Goldman Cecil Medicina)

INICIATIVAS DE COMBATE ÀS DROGAS

Por ocasião do Dia Mundial de Combate às Drogas, 26 de junho, a Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev), em Alagoas, lançou esta semana (20/06), a campanha digital Eu Vivo Sem Drogas. A iniciativa tem como objetivo disseminar informações sobre os riscos da dependência química e demonstrar histórias de superação de ex-acolhidos que fizeram tratamento em uma das comunidades da Rede Acolhe. O foco principal da campanha é nas redes sociais, local de muito trânsito e interação entre os jovens. Para saber mais, acesse o site da Secretaria de Estado de Prevenção à Violência: www.seprev.sp.gov.br

A Polícia Federal – DF, em decorrência  do Dia Mundial de Combate às Drogas, com o Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas da Academia Nacional de Polícia – GPRED/ANP, lançou um material educativo para a data, são 15 novos cartazes com o objetivo de motivar crianças e jovens a adotarem atitudes que promovam a saúde e a vida digna.

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