Anestesia moderna: evolução e crescimento no decorrer dos anos

Mais de 240 milhões de procedimentos com anestesia são realizados pelo mundo a cada ano – só no Brasil são cerca de 12 milhões. A amplitude dos locais e situações relacionadas à necessidade do médico anestesista cresceu de forma vertiginosa na última década. ‘’¹O aumento do grau de sofisticação do monitoramento dos sinais vitais durante a anestesia foi acelerado durante a segunda metade do século XX, numa tendência que coincidiu com a crescente complexidade dos procedimentos cirúrgicos. Os aparelhos de anestesia evoluíram, passando de simples garrafas e tubos para tanques de gás portáteis e, em seguida, para amplas unidades autônomas (p. ex., estações de trabalho) que prevalecem atualmente.’’

Nos últimos 170 anos os avanços nas técnicas de anestesia foram contínuos  em especial no quesito monitorização, fator que possibilitou a redução de complicações relacionadas à especialidade. Na prática da anestesia moderna espera-se que o profissional ‘’²consiga suprimir a dor intraoperatória, forneça aconselhamento pré-operatório, mantenha o milieu interne durante a cirurgia e facilite o processo de recuperação. no caso de alguns procedimentos, é necessário submeter o paciente a transfusões maciças e técnicas especiais para mantê-lo vivo. Nessas situações, os papéis tradicionais do anestesiologista se tornam complementares àqueles de manter o equilíbrio de líquidos e eletrólitos, prevenir coagulopatias e fornecer oxigênio suficiente aos órgãos vitais. Na sala de operações, os anestesiologistas com frequência atuam em equipamentos de assistência consideradas modelo, trabalhando com enfermeiros anestesistas na prestação de assistência anestésica intraoperatória. Os anestesiologistas também são especialistas em terapia emergencial, supervisão das vias aéreas, controle da dor aguda, supervisão da sala cirúrgica e administração de centros de cirurgia ambulatorial.’’

¹²Trechos retirados do livro: Bases da Anestesia – 6ª EDIÇÃO 

DIA DO ANESTESIOLOGISTA

O primeiro procedimento cirúrgico com anestesia, ocorreu em Massachusetts, Boston, nos EUA, em 1.846. Em celebração ao ocorrido, registrou-se o dia 16 de outubro como o Dia do Anestesiologista. Para comemorar a  data a Elsevier oferece desconto* nos seguintes livros de anestesia:

Situações Críticas em Anestesiologia – 2ª EDIÇÃO 

Chestnut Anestesia Obstétrica – 5ª EDIÇÃO 

Bases da Anestesia – 6ª EDIÇÃO 

Raquianestesia – 1ª EDIÇÃO 
*Descontos válidos de 16/10 a 22/10.

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Investigação e Cirurgia Urológica em Crianças com Insuficiência Renal

Lerman, Manual de Anestesia Pediátrica, 6/E

 

PRINCÍPIOS GERAIS

O risco anestésico depende do estado da função renal da criança e de qualquer outro processo mórbido que possa estar presente.

1. A maioria das crianças que chegam para investigação ou cirurgia do trato urinário baixo apresenta boa função renal.

2. Muitos indivíduos que necessitam de biópsia renal apresentam disfunção renal leve (geralmente insuficiente para influenciar o risco anestésico).

3. Todas as crianças em insuficiência renal estão gravemente doentes e apresentam múltiplos problemas para o anestesista.

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Bloqueios de Nervos Periféricos em Membro Superior

Harmon, Bloqueios de Nervos Periféricos e Alívio da Dor Operatória, 2/E

Anatomia aplicada

O conhecimento abrangente da anatomia relevante à anestesia regional é essencial à execução da técnica com acurácia e precisão, bem como para evitar complicações. Além da importância da localização exata dos nervos, os tecidos e planos fasciais adjacentes são igualmente relevantes, pois o anestésico local é administrado num sítio bastante próximo aos nervos. Tradicionalmente, os médicos se concentram em especial nos dermátomos, além dos osteótomos e miótomos, ao executarem as técnicas de anestesia regional. Todavia, no caso dos bloqueios de nervos periféricos, é mais útil  considerar quais ramos nervosos suprem o sítio cirúrgico e garantir que esses nervos sejam todos bloqueados.

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