Farmacologia nos Séculos XX e XXI

No início do século XX, os primeiros ventos da química sintética começaram a revolucionar a indústria farmacêutica e, com ela, a ciência da farmacologia. Novos fármacos sintéticos, tais como os barbitúricos e anestésicos locais, começaram a aparecer, e a era da quimioterapia antimicrobiana foi iniciada com a descoberta por Paul Ehrlich, em 1909, de compostos arsenicais para o tratamento da sífilis.

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Os Seis Certos da Administração de Medicamentos

Clayton, Farmacologia na Prática da Enfermagem, 15/E

OS SEIS CERTOS DA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

Objetivos

1. Identificar as precauções necessárias para garantir que o medicamento certo está sendo preparado para o paciente.

2. Memorizar e relatar as abreviaturas padronizadas associadas ao planejamento do esquema terapêutico.

3. Identificar os dados encontrados no prontuário do paciente utilizados para determinar se o paciente é portador de anormalidades nas funções renal ou hepática.

4. Descrever as precauções de segurança específicas que o enfermeiro deve seguir para garantir que os cálculos do medicamento estejam sendo realizados de forma correta.

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Fármacos Usados em Doenças da Tireoide

RANG AND DALE, Farmacologia 7/E

HIPERTIREOIDISMO
O hipertireoidismo pode ser tratado farmacológica ou cirurgicamente. Em geral, a cirurgia é usada apenas quando há problemas mecânicos decorrentes da compressão da traqueia, e é comum a remoção de apenas parte do órgão. Embora o quadro de hipertireoidismo possa ser controlado com agentes antitireoidianos, esses fármacos não alteram os mecanismos autoimunes ou melhoram a exoftalmia associada à doença de Graves.

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Complicações e Tratamento do Diabetes Melito

Clayton, Farmacologia na Prática da Enfermagem

DIABETES MELITO

O diabetes melito é uma doença caracterizada pela hiperglicemia (níveis de glicose plasmática em jejum > 100 mg/dL) e anormalidades no metabolismo de gordura, carboidrato e proteína que levam a complicações microvasculares, macrovasculares e neuropáticas. Diversos processos patológicos estão associados ao desenvolvimento do diabetes e os pacientes geralmente possuem deficiência referente à secreção de insulina, assim como defeitos na ação da insulina, resultando na hiperglicemia. Atualmente, reconhece-se que diversos mecanismos patológicos estão envolvidos por doenças diferentes.

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