Explore o melhor livro-texto de Fisiologia Médica do mundo

 

É sabido que a fisiologia humana tenta explicar as características e os mecanismos específicos do corpo humano que fazem dele um ser vivo. O próprio fato de nos mantermos vivos é o resultado de complexos sistemas de controle.

Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica traz na 13ª edição os principais avanços da fisiologia celular e molecular que tornaram possível explicar muitos princípios fisiológicos na terminologia das ciências moleculares e físicas, em vez de apenas uma série de separados e inexplicáveis fenômenos biológicos.

Consagrada e referência mundial da fisiologia, a obra dispõe de acesso ao Homem Virtual, a maneira mais inteligente de estudar fisiologia em 3D de forma simples, visual e objetiva.

Para saber mais sobre Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica clique aqui.

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Conheça 100 dos medicamentos mais importantes

 

Prescrever pela primeira vez é uma experiência estressante para qualquer estudante de medicina. De todas as tarefas executadas por novos médicos, é provavelmente a de maior impacto direto sobre o bem-estar dos pacientes.

Para apoiar os estudantes de medicina e de farmácia, médicos recém-formados, farmacêuticos e prescritores não médicos, a Elsevier lança o livro “Top 100 Medicamentos”, com informações-chave sobre a farmacologia clínica e prescrição prática de cada fármaco.

Na listagem da edição original foi incluída a dipirona, por ser um fármaco muito utilizado no Brasil. O objetivo é fazer uma ponte entre um livro didático de um estudante e um manual do prescritor.

Para saber mais sobre Top 100 Medicamentos clique aqui.

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Conheça todas as atualizações de Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica

 

A fisiologia explica como diferentes tecidos, órgãos e células do corpo humano atuam em conjunto para a manutenção da vida. Além disso, é a ciência que estuda as múltiplas funções mecânicas, físicas e bioquímicas nos seres vivos.

A 13ª edição de Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica traz os principais avanços da fisiologia celular e molecular que tornaram possível explicar muitos princípios fisiológicos na terminologia das ciências moleculares e físicas, em vez de apenas uma série de separados e inexplicáveis fenômenos biológicos.

A obra traz também revisão dos capítulos, ilustrações atualizadas e novas referências. A bibliografia selecionada, ao fim de cada capítulo, contém referências de artigos publicados em revistas científicas recentes que podem ser acessadas gratuitamente.

Para saber mais sobre Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica clique aqui.

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Nova edição de Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica chega ao Brasil

Livro traz a revisão dos capítulos, ilustrações atualizadas e novas referências, entre outras novidades

A fisiologia é o ramo da biologia que explica como diferentes tecidos, órgãos e células do corpo humano atuam em conjunto para a manutenção da vida. Além disso, é a ciência que estuda as múltiplas funções mecânicas, físicas e bioquímicas nos seres vivos.

“A grande beleza da fisiologia está na integração das funções individuais dos diferentes tecidos, órgãos e células em um todo funcional. Na verdade, o corpo humano é muito mais do que a soma de suas partes, mas a vida depende, sobretudo, de sua funcionalidade total, não apenas da atuação das partes corporais, isoladas umas das outras”, explica John E. Hall, autor da nova edição de “Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica”, que chega ao Brasil pela Editora Elsevier.

Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica” consagrou-se como uma das obras mais tradicionais da área de saúde e explica ideias complexas de forma clara e interessante. A nova edição traz a revisão dos capítulos, ilustrações atualizadas e novas referências. A bibliografia selecionada, ao fim de cada capítulo, contém referências de artigos publicados em revistas científicas recentes que podem ser acessadas gratuitamente.

A obra explica como os diferentes tecidos, órgãos e células do corpo humano atuam em conjunto para a manutenção da vida. Contém os principais avanços na fisiologia celular e molecular que tornaram possível explicar muitos princípios fisiológicos na terminologia das ciências moleculares e físicas, em vez de apenas em uma série de separados e inexplicáveis fenômenos biológicos.

Para saber mais sobre Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica clique aqui.

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45% da população ocidental sofre com problemas de refluxo

Para descobrir se o paciente necessita de cirurgia gastroesofágica para resolver o problema,  o médico deve fazer avaliação e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.


Dentre todas as doenças no aparelho digestivo, uma das mais comuns é o refluxo. Quase metade da população ocidental se queixa de ter pelo menos um refluxo ao mês, segundo dados da National Digestive Diseases Information Clearinghouse (EUA). Na maior parte dos casos, a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) exige mudanças de hábitos, medicamentos leves, que geralmente são temporários, ou até alguns mais pesados. Nos casos mais graves, onde o medicamento não faz efeito, é necessário realizar uma cirurgia gastroesofágica.

Para descobrir se a cirurgia é necessária, o médico deve fazer uma avaliação crítica e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.

Para oferecer um apoio aos profissionais da saúde especializados em cirurgia do sistema digestivo, a Elsevier lança a 5ª edição do livro Griffin: Cirurgia Gastroesofágica, editada pelos profissionais especialistas Michael Griffin, Simon A. Raimes e Shenfine Jon e que conta com a participação de médicos reconhecidos na área de diversas partes do mundo. O título faz parte da série Um Companheiro para a Prática Cirúrgica do Especialista, que conta com cinco obras, cada uma  especializada em um tipo de cirurgia.

“A obra tem excelente qualidade de imagens, tanto fotos quanto desenhos; abrange temas importantes e atuais; é simples, bem escrita e direta. Excelente para a consulta no dia a dia, foi organizada como um manual, de fácil acesso e didática. Um ponto muito interessante são as referências: os autores destacam e fazem comentários sobre os títulos que recomendam. Os capítulos foram muito bem escritos e trazem ótimas revisões de cada tema, algo difícil de ser feito numa área em que os conhecimentos mudam e se atualizam muito rapidamente”, explica Marcelo Mester, doutor em cirurgia gastroenterológica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pós graduado em cirurgia oncológica pelo Massachussets General Hospital, Harvard Medical School.

O livro descreve o passo a passo das principais técnicas cirúrgicas gastroesofágicas, com linguagem clara que abrange as necessidades dos cirurgiões em treinamento e especialistas, já que seu conteúdo é baseado em evidências desta especialidade, que é relevante para a prática cirúrgica geral.

Além do tratamento da doença do refluxo gastroesofágico, a obra aborda patologia dos tumores esofágicos e gástricos, cirurgia para o câncer esofágico e do estômago, tratamentos paliativos dos carcinomas esofágicos e gástricos, hérnia paraesofágica e volvo gástrico, entre outras doenças do sistema digestivo.

doencas

GRIFFIN, Michael – MD Consultor, Departamento de Anestesia e Cuidados Intensivos, Mater Misericordiae Hospital, Dublin, Irlanda.

RAIMES, Simon A. – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

SHENFINE, Jon – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal Alta, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

Conteúdo produzido por: DFreire Comunicação e Negócios

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Estudos apontam que erros médicos são a terceira maior causa de morte nos EUA

Segundo pesquisa os dados de óbitos em decorrência de falha humana, não são contabilizados nas estatísticas oficiais nacionais. Esta informação foi comprovada por pesquisadores da Johns Hopkins University School of Medicine, ao estudarem o número de mortalidade no país por oito anos. Eles concluíram no levantamento que mais de 250 mil mortes por ano são atribuídas a erros médicos.

O número superou inclusive, os 150 mil óbitos por problemas respiratórios, considerado até então pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, como a terceira maior causa de mortalidade. Segundo a equipe da Johns Hopkins, a forma de pesquisa para a coleta da estatística de saúde nacional adotada pela CDC falha, ao não contabilizar erros médicos das certidões de óbito. Sendo assim, os índices de mortes diretamente atribuídas aos erros médicos acabam por não serem considerados em nenhum método padronizado nas estatísticas nacionais.

De acordo com o estudo, em 1949, os Estados Unidos adotou um método que usa a Classificação Internacional de Doenças (CID) para atribuir a causa da morte. Assim, mortes não associadas ao CID, como fatores humanos, não são computadas. Mesmo assim, os pesquisadores ressaltam que a maioria dos erros médicos não ocorrem devido a médicos ruins e que o estudo não tem a intenção de puni-los ou mover ações legais contra os médicos e ainda informam que a maior parte dos erros ocorrem devido a problemas sistêmicos, incluindo tratamentos mal coordenados, sistemas de seguro fragmentados, além de variações injustificadas nos padrões de prática médica, sem a devida prestação de contas.

METAS NACIONAIS DE SEGURANÇA DO PACIENTE*

À medida que aumentou a complexidade dos ambientes a complexidade dos ambientes nos quais os cuidados de saúde são fornecidos, a segurança do paciente e a comunicação entre os profissionais de saúde são afetadas. Em 1999, o Institute of Medicine (IOM) publicou um relatório que indicou que pelo menos 44.000 pessoas, e talvez um total de 98.000 pessoas, morrem nos hospitais a cada ano como resultado de erros médicos que poderiam ser prevenidos. O relatório descreveu erros médicos como uma epidemia e concluiu que não era aceitável que os pacientes fossem prejudicados pelo sistema de cuidados de saúde que supostamente deveria oferecer cura e conforto.

Desde o relatório do IOM, uma série de organizações e comissões estabeleceram metas de segurança para as organizações de cuidados de saúde e competências de segurança para as organizações de cuidados de saúde e competências de segurança para os profissionais de saúde. Uma vez que os enfermeiros desempenham um papel vital no fornecimento de cuidados seguros, as principais organizações de enfermagem promoveram pesquisas sobre as causas de erros, desenvolveram estratégias para prevenir erros futuros e salientaram os ambientes de trabalho de enfermagem que afetam a segurança do paciente. (Fonte: Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica, Elsevier)

*Nota da Revisão Científica: Estas metas fazem parte de um conjunto de programas propostos para ser implementado nos estados norte-americanos visando a melhoria da qualidade da assistência de saúde. Não existem programas similares no Brasil.

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