Ver é a prova do existir

A gestação é um período único na vida de toda mulher. O corpo passa por diversas transformações para poder abraçar uma nova vida que está se formando. Mais do que entender e sentir, é poder ver. Os exames de obstetrícia por imagem revelam o mais íntimo e precioso da mulher, as imagens alimentam a curiosidade da chegada do bebê.

 

Vamos testar seus conhecimentos do ramo! Com quantas semanas é possível visualizar a ossificação vertebral? A obra Diagnóstico por Imagem:  Obstetrícia, lançada pela Elsevier, responde essa questão.

*16 semanas. Para saber mais acesse>> https://amzn.to/2zztZd7

 

Ainda no âmbito dos diagnósticos por imagem, a RM (Ressonância Magnética) é um exame fundamental para a precisão clínica. O livro Fundamentos em RM é mais um lançamento da Elsevier, que explica os pontos mais importantes da área para auxiliar na rotina do profissional.

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Chegando ao mundo em boas mãos

Hoje comemora-se o dia dos profissionais que têm a vida, literalmente em suas mãos. Parabéns obstetras por essa data!

‘’O trabalho de parto, que também é chamado de parturição, é o processo pelo qual as contrações uterinas suficientemente frequentes e fortes provocam o afinamento (ou seja, apagamento/obliteração) e dilatação da cérvix, tornando possível, assim, a passagem do feto a partir do útero através do canal do nascimento.’’ (Chestnut Anestesia Obstétrica: Princípios e Prática, Elsevier)

É nesse momento delicado e cheio de inseguranças para os pais, que o médico obstetra se faz mais importante. Esses profissionais não são responsáveis somente por trazer crianças ao mundo, cabe a eles também a função de aconselhadores – tanto no processo pré-natal quanto no pós-parto. Por isso, é fundamental para o aconselhamento que a comunicação e os termos utilizados sejam prontamente entendidos pela maioria dos pacientes.

‘’Realizar uma análise profunda no histórico dos pacientes é indispensável para prevenir problemas futuros e antecipar soluções caso eles sejam inevitáveis. ‘’Obstetras/ginecologistas devem fazer um histórico pessoal e familiar para determinar se a mulher, seu parceiro ou um parente tem doença hereditária, defeito de nascença, retardo mental ou distúrbio psiquiátrico que aumente seu risco de ter uma prole afetada. Para resolver essa questão, alguns obstetras acham útil a utilização de um questionário ou uma lista de verificações para obter informações genéticas.’’ (Obstetrícia: Gravidez Normal e Patológica)

‘’Embora existam situações nas quais esteja indicado o encaminhamento para um geneticista clínico ou um conselheiro genético, para o obstetra é impraticável encaminhar todos os pacientes com questionamentos genéticos. Os obstetras devem ser capazes de aconselhar os pacientes antes de realizarem testes de rastreamento para aneuploidias e defeitos tubo neural, rastreamento de portadores e procedimentos diagnósticos como amniocestese. Portanto, são descritos os princípios relevantes do aconselhamento genético.’’ (Obstetrícia: Gravidez Normal e Patológica)

O obstetra tem importante papel na orientação e no suporte de paciente durante o pré-natal em relação ao aleitamento materno no último trimestre. Na consulta de 36 semanas, o obstetra reavalia a escolha e o conhecimento da mãe em relação à amamentação. Conceitos simples da fisiologia da amamentação são reforçados: início da amamentação, frequência das mamadas (> 10 por dia), reforço do meio ambiente, e sem suplementação, a menos que dirigida por pediatra. O obstetra reforça o manejo do aleitamento materno e garante o aumento das mamas reflete a prontidão hormonal para a amamentação. A paciente é orientada das políticas e atitudes do hospital que interferem com o sucesso da amamentação. A consulta de 36 semanas é um bom momento para abordar a adequação de medicamentos e amamentação.’’ (Obstetrícia: Gravidez Normal e Patológica)