O crescimento de crianças com síndrome de Down é igual ao das outras crianças?

A obra Wong Fundamentos de Enfermagem Pediátrica relata quais são as diferenças.

“As crianças com a síndrome de Down apresentam velocidade mais lenta de crescimento entre 6 meses e 3 anos e depois de novo na adolescência. A puberdade ocorre mais precocemente, e essas crianças alcançam uma estatura mais baixa”. Portanto a resposta é não. Há sim diferenças no processo de desenvolvimento em crianças com Down, que apresentam um processo de crescimento mais lento, se comparadas e com as outras crianças.

Para saber mais acesse>> https://www.loja.elsevier.com.br/wong-fundamentos-de-enfermagem-pediatrica-9788535288674.html

Guia pediátrico por imagem

O corpo do recém-nascido está em processo de adaptação ao ambiente exterior, o que o torna mais vulnerável ao meio. Por esse motivo é de extrema importância a precisão e a rapidez do diagnóstico nas crianças e nos bebês. Os exames por imagem são uma forma eficaz de diagnóstico que podem evitar o índice de mortalidade dos recém-nascidos. Um exemplo de doença fatal é a DDS (Síndrome do Desconforto Respiratório) que pode ser identificada através de um exame radiológico.

“A DDS ou Síndrome do Desconforto Respiratório ou doença da membrana hialina é um distúrbio comum, com cerca de 40.000 novos casos anualmente nos Estados Unidos. É principalmente uma doença que ocorre em prematuros, afetando até 50% deles, e é a causa mais comum de morte em recém-nascidos” (trecho retirado da obra Fundamentos de Diagnóstico por imagem em Pediatria).

Pensando na importância desse âmbito a Elsevier lança a 2ª edição do livro Fundamentos de Diagnóstico por Imagem em Pediatria. É um livro introdutório sobre o uso básico de imagens em pediatria, cujo objetivo é de ser de fácil compreensão ao leitor, que pode usá-lo como um guia prático de radiologia pediátrica.

O desenvolvimento da criança e do adolescente

 

O Dia das Crianças, comemorado em 12 de Outubro, é a data escolhida para relembrar os direitos das crianças e dos adolescentes. O foco é conscientizar a população sobre os cuidados e necessidades dos pequenos.

A saúde da garotada é uma das principais preocupações dos pais. Não é atoa que a pediatria é uma das maiores especialidades médicas no Brasil, com aproximadamente 34 mil pediatras e mais de 3.000 residentes ao ano.

Atualmente, um dos grandes desafios dessa área é estabelecer um sistema de, visto que a cada ano a expectativa de vida da população aumenta e o tratamento e a gestão da transição de crianças com doenças crônicas para a fase adulta promove uma melhor qualidade de vida.

¹O processo normal de desenvolvimento do adolescente envolve a separação gradual dos pais, estabelecendo autoconfiança, afirmando a individualidade, desenvolvendo relacionamentos fortes com seus pares, solidificando uma capacidade de funcionar de maneira independente fora da família, e assumindo cada vez mais autonomia nas decisões de saúde. A maioria das crianças de desenvolvimento normal com idade superior a 14 anos compreende as implicações de opções clínicas bem explicadas da mesma maneira que o adulto médio, e suas contribuições para o próprio cuidado devem ser respeitadas.

¹Trecho retirado integralmente do livro Nelson Tratado de Pediatria – 20ª edição.

Semana da Pediatria: conheça procedimentos para doenças respiratórias na infância

 

O pediatra é essencial para o desenvolvimento saudável da criança, principalmente nos primeiros anos de vida. Além disso, o profissional ajuda os pais com tantas dúvidas, por isso a relação de confiança com o pediatra é fundamental.

A maior causa de morbidade e mortalidade na infância são as doenças respiratórias, especialmente em países da América Latina. A obra “Doenças Respiratórias na Infância: Aspectos Biomoleculares, clínicos e cirúrgicos” traz temas profundamente atualizados e ilustrados com uma abordagem didática e atualizada.

O título aborda os aspectos anatomofisiológicos, imunológicos, epidemiológicos, métodos de diagnóstico, patologias respiratórias prevalentes de causas infecciosas e não infecciosas, desde o período neonatal e as estratégias adequadas para seu tratamento.

Para saber mais sobre Doenças Respiratórias na Infância: Aspectos Biomoleculares, clínicos e cirúrgicos clique aqui.

Pediatria: o primeiro minuto de vida vale uma vida toda

Dia 27 de julho foi a data escolhida para homenagear esse profissional que cuida de nós em uma fase de tanta vulnerabilidade e importância: a infância. Os pais, principalmente os de primeira viagem, sempre têm muitas dúvidas e preocupações em relação ao crescimento e desenvolvimento de seu bebê. Então, para garantir que tudo corra bem, é essencial que a criança tenha acesso à pediatria, com cuidados especiais em cada fase de sua vida. O pediatra será o responsável por avaliar e acompanhar o desenvolvimento da criança, para que nenhum problema futuro venha a acontecer.

Mais do que um médico, o pediatra é um parceiro no desenvolvimento da vida da criança e do adolescente. Os pais podem contar com esses profissionais como uma força-tarefa, cuidando da saúde do bebê em todos os aspectos: alimentação, comportamento, doenças e, sobretudo, prevenção. É com eles que os pais tiram suas dúvidas e anseios, sentindo-se acolhidos desde os primeiros momentos da vida de seus filhos. As consultas com o pediatra servem para identificar quais os riscos que a criança poderá ter e tratar eventuais problemas previamente. O vínculo entre pais e médicos deve ser sólido e de confiança mútua, pois ambos zelam pelo bem mais precioso em qualquer fase da vida do ser humano: a saúde.

Mas quando começar a prevenir?

Especialistas afirmam que, sem dúvida, essa atenção com a criança deve começar no pré-natal. Ou seja, o ideal é que a mãe vá ao pediatra antes mesmo do bebê nascer. Pois o cuidado no pré-natal, pode evitar riscos ainda na formação do bebê e durante o parto.

Atualmente, o pediatra é de extrema importância na promoção de saúde e prevenção de doenças para que o ser humano se torne um adulto saudável e tenha possibilidade de chegar à terceira idade com boa qualidade de vida. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, há no Brasil cerca de 36 mil pediatras, 18 por 100 mil habitantes. No  Rio de Janeiro,  o número é ainda mais expressivo: são aproximadamente 34 pediatras por 100 mil habitantes.

Elsevier auxiliando na formação desses profissionais

A função mais genuína da pediatria é proteger e cuidar do indivíduo em uma de suas fases de maior fragilidade. E para que esses profissionais estejam prontos para lidar com essas atribuições de tanta importância, a Elsevier, que além de possuir um catálogo vasto de títulos sobre o tema, lançará mais duas obras com foco em pediatria. Clique abaixo e leia trechos dessas novas obras :

Cardiologia pediátrica – 6 ª ed Endocrinologia Pediátrica