Pouco conhecido, o Dia do Leite é celebrado em 24 de junho!

 

O leite e, consequentemente seus derivados, apresentam uma fonte abundante de cálcio na dieta. A explicação é simples: o mineral fornece maior biodisponibilidade e com isso é melhor absorvido se comparado ao cálcio presente em fontes vegetais.

O cálcio é essencial para a saúde do tecido ósseo e possui um importante agente preventivo da osteoporose. Recentes estudos apontam que o cálcio também é capaz de impedir um pouco a agregação de gordura e estimular a sua queima.

Química, Bioquímica, Análise Sensorial e Nutrição no Processamento de Leite e Derivados” traz uma visão ampla dos principais aspectos relacionados a características de leite e seus derivados. Além disso, o volume oferece um perfil de produção e consumo desses alimentos no Brasil.

O objetivo da obra é difundir conceitos, de forma clara e didática, em Química, Bioquímica, Análise Sensorial e Nutrição no processamento de leites e derivados.

Para saber mais sobre Química, Bioquímica, Análise Sensorial e Nutrição no Processamento de Leite e Derivados clique aqui.

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Dia do Químico: aprimore seus conhecimentos em laboratório clínico

 

Em 18 de junho 1956, com a criação da Lei Mater, foi instituído o Dia do Químico no Brasil. A data teve muita importância para os profissionais da área, pois estabeleceu a regularização do exercício da profissão. Além disso, colaborou com a criação dos Conselhos de Química.

De fácil compreensão, a 7ª Edição da obra “Tietz Fundamentos de Química Clínica e Diagnóstico Molecular”, usa uma perspectiva laboratorial para fornecer os fundamentos da prática em laboratório clínico.

O livro aborda desde princípios laboratoriais até técnicas analíticas e de instrumentação. Com conteúdo atualizado, o  leitor se mantém informado sobre os últimos desenvolvimentos em diagnóstico molecular.

Para saber mais informações sobre a Tietz Fundamentos de Quimica Clinica e Diagnostico Molecular – 7ª EDIÇÃO, clique aqui.

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Aulton – Propriedades coligativas e pressão osmótica

Quando um soluto não volátil é diluído em um solvente, certas propriedades da solução resultante são basicamente independentes da natureza do soluto e são determinadas pela concentração de partículas do soluto. Essas propriedades são chamadas de propriedades coligativas.

No caso de um soluto não eletrolítico, as partículas de soluto serão moléculas, mas, se o soluto é um eletrólito, seu grau de dissociação determinará se as partículas serão apenas íons ou se uma mistura de íons e moléculas não dissociadas. A propriedade coligativa mais importante no aspecto farmacêutico é a pressão osmótica. Entretanto, como todas as propriedades coligativas estão relacionadas umas com as outras em virtude da sua dependência comum da concentração de moléculas do soluto, outras propriedades coligativas (como redução da pressão de vapor do solvente, elevação do seu ponto de ebulição e redução do seu ponto de fusão) são de interesse farmacêutico. As observações dessas outras propriedades oferecem alternativas às medidas da pressão osmótica como método para comparar as propriedades coligativas de diferentes soluções

PRESSÃO OSMÓTICA

A pressão osmótica de uma solução é a pressão externa que deve ser aplicada a uma solução para evitar que ela seja diluída pela entrada de solvente por um processo conhecido como osmose. Esse consiste na difusão espontânea de solvente de uma solução de baixa concentração de soluto (ou solvente puro) para uma mais concentrada por meio de uma membrana semipermeável. Esse tipo de membrana separa as duas soluções e é permeável apenas a moléculas do solvente (ou seja, não às do soluto). Embora o processo ocorra espontaneamente sob temperatura e pressão constantes, as leis da termodinâmica indicam que ele será acompanhado por redução na energia livre (G) do sistema. Essa energia livre pode ser encarada como a energia disponível para a realização de trabalho útil. Quando se consegue uma posição de equilíbrio, não resta diferença entre as energias dos estados que estão em equilíbrio. A taxa de aumento na energia livre de uma solução causada por um aumento no número de mols de um componente é determinada pela energia livre molar parcial ( G ) ou pelo potencial químico (μ) daquele componente. Por exemplo, o potencial de solvente em uma solução binária é dado pela Equação 3.24. Os subscritos fora do parêntese do lado esquerdo indicam que a temperatura, a pressão e a quantidade de componente 1 (o soluto, neste caso) permanecem constantes:

aulton

¹Trecho retirado integralmente do livro Aulton – Delineamento de formas farmacêuticas 4ED, Elsevier

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