Atlas de Doenças da Mácula será lançado no Congresso Brasileiro de Oftalmologia

Com lançamento e sessão de autógrafos confirmados para o dia 03 de setembro, no XXXVIII Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO), em Florianópolis (SC), o livro Atlas de Doenças da Mácula, da editora Elsevier, chega ao mercado com muitas novidades e assunto de interesse  para os oftalmologistas. Os autores também promoverão um game durante o painel do evento sobre mácula, e os três primeiros vencedores ganharão exemplares do livro.

A obra e assinada pelos renomados especialistas brasileiros, os oftalmologistas e professores universitários Drs. Luiz Lima, Gabriel de Costa Andrade, André Maia, Eduardo B. Rodrigues e Michel Eid Farah, com participação de grandes autores internacionais. O livro Atlas de Doenças da Mácula apresenta de forma rápida e completa os diagnósticos e tratamentos destas doenças, que são mais comuns em idosos, fumantes e pessoas com dieta rica em gorduras.

Segundo os autores, as doenças da mácula são as principais e de maior casuística na área de retina e o diagnóstico é extremamente visual. Este foi um dos motivos que os levou a conceber um atlas pioneiro com indicações de sinais e sintomas, exames complementares, tratamento e prognóstico através de imagens, com o objetivo de ajudar a determinar o melhor diagnóstico para cada tipo de doença.  

Cresce o número de oftalmologistas brasileiros

Segundo senso apresentado pelo CBO, o número de oftalmologistas brasileiros cresceu 61,2% na primeira década dos anos 2000: até 2011 o país contava com cerca de 18 mil especialistas. O que corresponderia, em média, a um profissional para cada 11 mil pessoas. Para atender a este contingente crescente de médicos oftalmologistas o Atlas de Doenças da Mácula foi escrito. A obra, que é pioneira no mercado, tem como foco especial os residentes de oftalmologia que estão se especializando na área de retina. Além de trazer mais de 1.000 imagens de diagnóstico e tratamento das patologias que acometem a mácula, o livro conta com 107 capítulos que reúnem das mais comuns às mais raras doenças, que são de conhecimento imprescindíveis para a prática clínica de oftalmologistas especialistas em retina.   

Quer baixar trechos do livro gratuitamente? Clique aqui, cadastre-se e confira o material. 

SERVIÇO:

Lançamento com sessão de autógrafos

Dia e hora: 03 de setembro, no intervalo da tarde

Local: Estande da Livro Norte no XXXVIII Congresso Brasileiro de Oftalmologia – Centro de Convenções Centro Sul: Av. Gustavo Richard, 850, Centro. Florianópolis / SC

Confusão Visual e Diplopia

Yanoff, Oftalmologia 3/E

 

 

CONFUSÃO VISUAL E DIPLOPIA

INTRODUÇÃO

Se a visão binocular é estabelecida precocemente na vida de um lactente, ela é mantida a não ser que a visão em um dos olhos seja perdida. Quando um indivíduo desenvolve estrabismo, os elementos retinianos correspondentes nos dois olhos não são mais direcionados para objetos idênticos. Isso coloca o indivíduo em risco de desenvolver dois fenômenos visuais distintos, ambos bastante desconfortáveis: confusão visual e diplopia. Esses termos possuem significados específicos. Confusão visual é a percepção simultânea de objetos diferentes que se projetam em elementos retinianos correspondentes (p. ex., as duas fóveas). A diplopia é a percepção de um objeto que se projeta em duas áreas retinianas diferentes (não correspondentes) (Fig. 11.4-1). Se considerarmos que a retina é dividida em uma área central livre de bastonetes, que corresponde à fóvea central (os 2,5° centrais), e uma área periférica, está claro que o paciente binocular com um estrabismo novo é confrontado com quatro problemas potenciais: confusão central, diplopia central, confusão periférica e diplopia periférica.

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