Entenda a necessidade de conhecer problemas que refletem na saúde ocular

 

É extremamente importante e necessário conhecer bem o olho e seu funcionamento normal, assim como dominar os princípios básicos de outras áreas, cujos problemas refletem na saúde ocular.

Oftalmologia: ciências básicas” chega a sua 3ª edição como uma excelente fonte de conhecimento para o melhor entendimento e uma boa prática da clínica oftalmológica para quem está iniciando nesta área.

A nova edição da obra está totalmente revista, com texto objetivo, atual, ricamente ilustrado e que reflete o grande volume de novos conhecimentos e conceitos que surgiram na oftalmologia e que permitem um melhor diagnóstico e tratamento das patologias existentes.

Quer conhecer mais sobre a obra Oftalmologia: ciências básicas? Clique aqui.

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

Saúde Ocular: a importância do cuidado aos olhos

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 60% das cegueiras são evitáveis. Falta de informação e de consultas periódicas ao oftalmologista são os principais motivos para a deterioração da visão. Nesta semana em que se destaca o Dia Mundial da Saúde Ocular, comemorado no dia 10 de julho, chamamos a atenção para o que precisa ser observado para proteção dos olhos.

Abaixo alguns cuidados frequentes que devemos ter com a visão:

ALIMENTAÇÃO:

Os antioxidantes contidos nos alimentos diminuem o acúmulo de metabólitos, que são restos ou subprodutos da respiração celular e que são cumulativos, fazendo que após anos surjam lesões que podem afetar a visão. Assim, uma alimentação saudável e rica em antioxidantes pode prevenir ou retardar o aparecimento de tais lesões. Os alimentos ricos em Omega 3 (que não é uma vitamina, mas um ácido graxo essencial – não é produzido pelo nosso corpo e precisa ser ingerido) merecem muita atenção, pois têm um papel importante para a manutenção dos mecanismos de lubrificação dos olhos, além de outros órgãos do corpo.

PROTEÇÃO OCULAR:

Os óculos de sol protegem os olhos filtrando os raios ultravioletas e são uma ótima medida para a prevenção do envelhecimento dos olhos.Naturalmente as lentes dos óculos precisam ter boa qualidade para que possam filtrar os raios e o uso de filtros já é também largamente utilizado nas lentes de contato de boa qualidade e até mesmo nas lentes intraoculares implantadas na cirurgia da catarata.

USO DO COMPUTADOR:

Nunca se usou tanto a visão como agora, assim pequenos erros refracionais (pequenos graus) já podem trazer grandes desconfortos. Outro aspecto é o que se passa na superfície dos olhos pela baixa frequência do piscar. Estudos mostram que há uma diminuição do piscar trazendo sintomas como ardor, coceira e sensação de “areiamento”. As vistas cansadas costumam ficar vermelhas ao final do dia e necessitam de apoio do Oftalmologista para uma boa orientação.

LENTES DE CONTATO:

Usuários de lentes devem ter muito cuidado, uma higienização errada pode trazer sérios riscos à visão, levando até mesmo a cegueira. Atualmente as lentes de contato são mais baratas, portanto mais acessíveis, mas infelizmente um grande número de usuários não têm a noção exata da sua correta adaptação recorrendo a curiosos ou profissionais técnicos de outras áreas para orientações, sendo que apenas o oftalmologista está habilitado para tal prática. Doenças e infecções causadas pelo uso de lentes de contato podem ser evitadas quanto sob acompanhamento de um oftalmologista.

CONTROLES PERIÓDICOS:

O exame oftalmológico pode revelar doenças silenciosas como o glaucoma (pressão dos olhos elevada) e muitas outras como degenerações periféricas que poderiam evoluir para um descolamento de retina que é uma condição tratável, mas grave. Além disto, dores de cabeça, incômodos como ardor, secreções, vermelhidão, entre outros, precisam ser checados para se eliminar a possibilidade de problemas sérios antes que se tornem mais difíceis de tratar.

¹DOENÇAS DA SUPERFÍCIE OCULAR

A superfície ocular é a interface entre o olho funcional e o nosso ambiente. Esta superfície proporciona proteção anatômica fisiológica e imunológica e compreende o epitélio da conjuntiva palpebral e bulbar, o limbo corneoescleral, o epitélio corneado e o filme lacrimal. Enquanto essas estruturas representam a superfície ocular anatômica, estruturas anexas incluindo a lâmina anterior das pálpebras, os cílios, as glândulas meibomianas e o sistema lacrimal são essenciais para proteção adequada e função da superfície ocular.

A superfície ocular tem como função manter a transparência óptica da córnea, serve como superfície refrativa para projeção precisa da luz através dos meios ópticos e proporciona proteção das estruturas do olho contra micro-organismos, trauma e toxinas. O surgimento de uma superfície ocular instável por trauma ou doença pode comprometer a integridade de qualquer uma dessas funções protetoras e levar várias formas de disfunção da córnea ou da conjuntiva, abrangendo um amplo espectro, desde uma abrasão corneana leve até a perda grave de células-tronco, diminuição da visão e cegueira definitiva na doença mais grave. Enquanto a saúde e a função de todas essas estruturas são imperativas para a estabilidade da superfície ocular, a chave mais importante para a estabilidade anatômica e funcional continua a ser as células-tronco epiteliais corneanas. A nossa compreensão das doenças da superfície ocular e da fisiologia das células-tronco passou por uma evolução substancial ao longo das três últimas décadas, com avanços notáveis, tanto na pesquisa em células tronco-epiteliais corneanas, como nas abordagens clínicas e cirúrgicas para manutenção e restauração da superfície ocular.

¹ Trecho retirado do livro Doenças da Superfície Ocular, Elsevier

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone

07 de maio: dia do oftalmologista – Enxergue melhor a importância desse trabalho

A oftalmologia foi um dos primeiros ramos da medicina a ser tratado como especialidade independente. Os olhos já começavam a ser estudados pelos antigos egípcios em 1700 a.C. Mas foi com os gregos que a oftalmologia clínica começou realmente, quando se passou a estudar mais minuciosamente as doenças oculares e também a ser realizadas as primeiras descrições da anatomia do olho.

Em 1930, juntamente com a fundação da Sociedade de Oftalmologia de São Paulo, estipulou-se que no dia 07 de maio seria comemorado o dia do OFTALMOLOGISTA. A data é uma forma de estímulo para que se lembre de ir pelo menos uma vez ao ano ao oftalmologista, dando a devida atenção a esses orgãos tão importantes em nosso cotidiano: os olhos.

No Brasil, 25% da população usa óculos para corrigir alterações como a miopia (dificuldade de ver objetos a distância), hipermetropia (visão sem foco para objetos próximos) e astigmatismo (falta de foco para longe e para perto). Após os 40 anos quase todas as pessoas precisam de lentes para enxergar melhor de perto. E segundo especialistas a tendência é que essa necessidade só aumente com o tempo, e surjam outros problemas, como a catarata, presente em 60% da população com mais de 60 anos.

A síndrome do olho seco (ressecamento da superfície do olho, da córnea e da conjuntiva), por exemplo, atinge cerca de 7.000.000 de brasileiros, segundo o Instituto Kantar Health. É a segunda maior causa de atendimento nos consultórios oftalmológicos, depois dos problemas de visão corrigidos com uso de óculos ou lentes de contato, ou mesmo com cirurgia.

Elsevier tem novo livro para profissionais da área

Para auxiliar cada vez mais no aprimoramento desses profissionais que cuidam tão minuciosamente da nossa visão, a tratarem doenças como estas, a Editora Elsevier lança no Brasil a 1ª edição de Doenças da Superfície Ocular – Córnea, Conjuntiva e Filme Lacrimal, com as mais qualificadas abordagens clínicas e cirúrgicas da atualidade e repleto de imagens coloridas e detalhadas.

Na obra, os autores Edward J. Holland, diretor do Serviço de Córnea do Instituto dos Olhos de Cincinnati, Mark J. Mannise e W. Barry Lee – especialistas em transplantes de córnea – apresentam e comentam diversas doenças que acometem a superfície ocular, pesquisas atuais, o grande leque de opções terapêuticas existentes hoje e sistemas de classificação.

Com a colaboração de especialistas mundialmente renomados, o livro reúne diversas doenças além da síndrome do olho seco, entre elas a inflamação das pálpebras (blefarite) e da membrana que reveste a parte frontal do globo ocular (conjutivite); lentes de contato e transplantes fazem parte deste renomado manual de oftalmologia.

Para conhecer melhor o livro, cadastre-se e faça o download de um trecho: http://bit.ly/1CHLy3r

Share on FacebookShare on LinkedInShare on Google+Tweet about this on TwitterEmail this to someone