Fique por dentro das novidades da Ultrassonografia no Dia Mundial da Saúde

 

O Dia Mundial da Saúde, comemorado hoje, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da preservação, promoção e recuperação da saúde para ter cada vez mais uma melhor qualidade de vida.

Para celebrar a data, a dica de leitura é o livro “Fundamentos em Ultrassonografia na Reumatologia: Uma Abordagem na Prática Clínica”, que demonstra a complexidade de uma nova ferramenta que se desenvolveu nos últimos anos para demonstrar minuciosamente lesões que afetam a capacidade morfofuncional estrutural dos pacientes com doenças reumatológicas.

A obra ainda conta com temas inéditos como ultrassom de alta resolução em estruturas como as unhas, novos danos ecoestruturais na hanseníase e a futura utilização do Doppler espectral nos diversos processos inflamatórios teciduais.

Para saber mais sobre  Fundamentos em Ultrassonografia na Reumatologia: Uma Abordagem na Prática Clínica clique aqui.

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Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica chega ao Brasil pela Elsevier com nova edição

Livro faz parte de um pacote de lançamentos da obra junto a uma nova versão do livro de perguntas e respostas e uma edição de bolso.

Nova edição traz a revisão dos capítulos, a inclusão dos mais atuais princípios da fisiologia, ilustrações atualizadas, agora em cores, e novas referências.

A Elsevier traz para o mercado brasileiro a edição renovada e revista de uma das obras mais tradicionais da área de saúde: Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica. Junto, apresenta o livro de Guyton & Hall Perguntas e Respostas em Fisiologia em edição atualizada e a versão de bolso Guyton & Hall Fundamentos de Fisiologia Médica, uma compilação dos principais fundamentos abordados na obra principal.

A nova edição traz a revisão dos capítulos, ilustrações atualizadas e novas referências. A bibliografia selecionada, ao fim de cada capítulo, contém referências de artigos publicados em revistas científicas recentes que podem ser acessadas, gratuitamente, pela internet.

Traz também tabelas de resumo com os processos-chaves apresentados no texto, acréscimo do número de correlações clínicas em todo o texto e nos mecanismos moleculares e celulares importantes para a medicina clínica e nova tabela de referência rápida de valores laboratoriais padrão no final do livro.

Além disso, a obra apresenta acesso ao material online complementar no Student Consult com conteúdo atualizado, incluindo banco de imagens do livro, teste com perguntas e respostas, animações, pranchas extras e também novos vídeos em 3D do Homem Virtual – uma forma inovadora, simples, visual e objetiva de aprender Fisiologia.

Guyton & Hall Fundamentos de Fisiologia Médica é a versão de bolso do conteúdo de Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica. Tem como objetivo compilar os princípios fisiológicos básicos necessários para estudo da medicina. É um guia para estudantes que desejam rever um grande volume de material do texto original com rapidez e eficiência. Os títulos das seções indicam os principais conceitos nos parágrafos de acompanhamento.

A 3ª edição de Guyton & Hall Perguntas e Respostas em Fisiologia traz mais de 1.000 perguntas e respostas revisadas e atualizadas com o conteúdo da 13ª edição de Guyton & Hall Tratado de Fisiologia Médica. Este livro foi projetado para fornecer uma revisão abrangente da fisiologia médica por meio de questões de múltipla escolha e explicações sobre as respostas. Estudantes de medicina que se preparam para o United States Medical Licensure Exams (USMLE) também encontram utilidade neste livro, pois a maioria das perguntas do teste tem sido construída de acordo com o formato do USMLE.

Conteúdo produzido por: DFreire Comunicação e Negócios

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Mudanças simples promovem melhora na saúde física e mental do aposentado

Hoje é o dia do aposentado e falar sobre isso é de suma importância, pois é justamente no perdido da aposentadoria que os idosos abandonam hábitos e rotinas de trabalhos diários, precisando preencher esse tempo de uma forma útil e agradável. Uma rotina ativa com tarefas simples, incluindo atividades físicas, pode fazer uma grande diferença na forma como ele irá encarar essa nova realidade e ainda trazer benefícios à sua saúde física e mental.

Quando realizada com regularidade, a atividade física se torna uma das principais bases para a manutenção da saúde do ser humano, e para a promoção do envelhecimento saudável. Tornando-se ainda mais importante para os idosos. Isto porque quando envelhecemos, o corpo sofre algumas transformações como: perda da força muscular, diminuição da flexibilidade, da agilidade e da coordenação. Contudo, todas estas alterações, que fazem parte do processo natural do envelhecimento, podem ser amenizadas através de mudanças nos hábitos de vida, que ainda incluem reeducação alimentar.

¹PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

Atualmente, podemos definir promoção à saúde como o conjunto de ações que visam promover a qualidade de vida e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos seus determinantes e condicionantes – modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais (Ministério da Saúde, 2010).

O sedentarismo constitui um problema de saúde pública em todo o mundo, especialmente entre os idosos. Um estudo realizado no município de São Paulo mostrou que 73,4% dos idosos não se exercitam de forma adequada, sobretudo mulheres e os maiores de 75 anos (Lebrão,2003). Os motivos para isso são vários: falta de recursos financeiros, resistência à mudança de hábitos, desconfortos musculoesqueléticos diversos, risco de quedas, risco de descompensação de doenças crônicas, entre outros.

[…] De maneira geral, são aconselhados exercícios que desenvolvam a flexibilidade, o equilíbrio e a força muscular. As atividades em grupo proporcionam o chamado “ganho secundário”, que inclui o equilíbrio emocional, a autoestima e a integração social, benefícios menos comumente ressaltados na prática clínica cotidiana, porém, extremamente vantajosos para idosos (Busse, 2008; Jacob Filho, 2006).

¹Informação extraída do livro Odontogeriatria Uma Visão Gerontológica

 

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45% da população ocidental sofre com problemas de refluxo

Para descobrir se o paciente necessita de cirurgia gastroesofágica para resolver o problema,  o médico deve fazer avaliação e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.


Dentre todas as doenças no aparelho digestivo, uma das mais comuns é o refluxo. Quase metade da população ocidental se queixa de ter pelo menos um refluxo ao mês, segundo dados da National Digestive Diseases Information Clearinghouse (EUA). Na maior parte dos casos, a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) exige mudanças de hábitos, medicamentos leves, que geralmente são temporários, ou até alguns mais pesados. Nos casos mais graves, onde o medicamento não faz efeito, é necessário realizar uma cirurgia gastroesofágica.

Para descobrir se a cirurgia é necessária, o médico deve fazer uma avaliação crítica e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.

Para oferecer um apoio aos profissionais da saúde especializados em cirurgia do sistema digestivo, a Elsevier lança a 5ª edição do livro Griffin: Cirurgia Gastroesofágica, editada pelos profissionais especialistas Michael Griffin, Simon A. Raimes e Shenfine Jon e que conta com a participação de médicos reconhecidos na área de diversas partes do mundo. O título faz parte da série Um Companheiro para a Prática Cirúrgica do Especialista, que conta com cinco obras, cada uma  especializada em um tipo de cirurgia.

“A obra tem excelente qualidade de imagens, tanto fotos quanto desenhos; abrange temas importantes e atuais; é simples, bem escrita e direta. Excelente para a consulta no dia a dia, foi organizada como um manual, de fácil acesso e didática. Um ponto muito interessante são as referências: os autores destacam e fazem comentários sobre os títulos que recomendam. Os capítulos foram muito bem escritos e trazem ótimas revisões de cada tema, algo difícil de ser feito numa área em que os conhecimentos mudam e se atualizam muito rapidamente”, explica Marcelo Mester, doutor em cirurgia gastroenterológica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pós graduado em cirurgia oncológica pelo Massachussets General Hospital, Harvard Medical School.

O livro descreve o passo a passo das principais técnicas cirúrgicas gastroesofágicas, com linguagem clara que abrange as necessidades dos cirurgiões em treinamento e especialistas, já que seu conteúdo é baseado em evidências desta especialidade, que é relevante para a prática cirúrgica geral.

Além do tratamento da doença do refluxo gastroesofágico, a obra aborda patologia dos tumores esofágicos e gástricos, cirurgia para o câncer esofágico e do estômago, tratamentos paliativos dos carcinomas esofágicos e gástricos, hérnia paraesofágica e volvo gástrico, entre outras doenças do sistema digestivo.

doencas

GRIFFIN, Michael – MD Consultor, Departamento de Anestesia e Cuidados Intensivos, Mater Misericordiae Hospital, Dublin, Irlanda.

RAIMES, Simon A. – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

SHENFINE, Jon – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal Alta, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

Conteúdo produzido por: DFreire Comunicação e Negócios

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Má alimentação é a luta constante dos nutricionistas

Uma pesquisa realizada pela Consumers International (CI), no ano passado, comprova que mais de 80% das pessoas subestimam o impacto de uma má alimentação não saudável a saúde. Segundo dados divulgados no último ano pelo Ministério da Saúde, 52,5% da população adulta está acima do peso e, dentro dessa parcela, 17,9% estão obesos. Neste, e em outros contexto relacionados à má alimentação, o nutricionista é um importante aliado para ajudar a reverter tais cenários.

O planejamento nutricional individualizado é essencial, fazer perguntas e explorar os sentimentos do paciente sobre o seu peso e dieta e ajudá-lo a estabelecer metas realistas e realizáveis também são partes importantes do processo de adequação da alimentação à saúde.

Nem todas as pessoas têm a mesma relação com a comida, o que pode gerar grandes problemas de saúde. Segundo o livro Fundamentos de enfermagem, 8 ED, ”Um problema nutricional muitas vezes ocorre quando o consumo global está significativamente diminuído ou aumentado, ou quando um ou mais nutrientes não são ingeridos, digeridos completamente ou absorvidos integralmente.” Cabem aos profissionais envolvidos com o tratamento do paciente entenderem suas necessidades e, criarem opções de dietas adequadas a essa realidade. Essa análise das necessidades alimentares é feita por meio de uma avaliação nutricional.

O QUE É AVALIAÇÃO NUTRICIONAL?

O processo de coleta de dados para determinar o estado nutricional de um indivíduo é denominado avaliação nutricional. O médico ou nutricionista qualificado e treinado em nutrição clínica reúne dados para comparar os vários fatores sociais, farmacológicos, ambientais, físicos e clínicos necessários à avaliação das necessidades nutricionais de um indivíduo. O objetivo dessa avaliação é reunir os dados para desenvolver um plano de tratamento nutricional, o qual assegurará, uma vez introduzido, a nutrição adequada para a saúde e o bem-estar. (Fonte: Egan fundamentos de terapia respiratória 9ED)

VIVER BEM SEM EXTREMISMOS

Vivemos atualmente um terrorismo nutricional em que as pessoas não sabem mais o que comer. Quando na verdade devemos percorrer o caminho inverso aos extremismos quando o assunto é alimentação. Procurar ajuda de um nutricionista e adequar sua alimentação ao seu estilo de vida, dietas restritivas feitas por conta própria, nunca são a opção. Além de estressarem o corpo, forçam o cérebro a alterar o metabolismo e o apetite, fazendo a pessoa engordar ainda mais a longo prazo. Não use sites de buscas e receitas mirabolantes como alternativas, procure um médico ou um nutricionista para pedir orientação. Lembre-se que a alimentação está ligada diretamente com a sua saúde. Preserve-a!

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Dia Nacional da Saúde

A data é celebrada no Brasil em 5 de agosto. Tem como objetivo conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da educação sanitária e despertar na população o valor da saúde e dos cuidados para com ela. O dia foi escolhido por ser a data de nascimento do sanitarista Oswaldo da Cruz, um importante personagem na história do combate e erradicação de epidemias no Brasil, no começo do século XX.

¹DEFINIÇÃO DE SAÚDE

Definir saúde é difícil. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como o ”estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não somente ausência de doenças ou enfermidades” (OMS,1947). Muitos outros aspectos da saúde devem ser considerados. Saúde é um estado que as pessoas definem em relação a seus próprios valores, personalidade e estilo de vida. Cada pessoa possui um conceito pessoal de saúde. Pender, Murdaugh e Parsons (2011) definiram saúde como a atualização do potencial humano inerente e adquirido por meio de comportamento direcionado por metas, autocuidado competente e relacionamentos satisfatórios com outros, enquanto são realizados ajustes conforme necessário para manter a integridade estrutural e a harmonia com o ambiente.

O ponto de vista de cada indivíduo acerca da saúde varia entre diferentes faixas etárias, gêneros, raças e culturas (Pender, Murdaugh e Parsons, 2011), Pender (1996) explicou que ”todas as pessoas livres de doenças não são saudáveis da mesma maneira”. As visões de saúde se ampliaram para incluir o bem-estar mental, social e espiritual e foco sobre saúde nos níveis familiares e da comunidade (Pender, Murdaugh e Parsons,2006).

De acordo com dados do Ministério da Saúde (2011), falar de saúde implica levar em conta, além de outros fatores, a qualidade da água que se consome e do ar que se respira, a miséria, a degradação social ou desnutrição, estilos e qualidade de vida pessoais e formas de inserção da diferentes parcelas da população no mundo do trabalho; envolve aspectos éticos relacionados ao direito à vida e à saúde, direitos e deveres, ações e omissões de indivíduos e grupos sociais, dos serviços privados e do poder público. A saúde então é produto e parte do estilo de vida e das condições de existência, sendo a vivência do processo saúde/doença uma forma de representação da inserção humana no mundo.

Saúde e doença são definidas de acordo com as percepções individuais, A saúde frequentemente inclui condições previamente consideradas como doença. Por exemplo, um pessoa com epilepsia que aprendeu a controlar suas crises epilépticas com medicamentos e que possui desempenho normal em casa ou no trabalho pode não se considerar mais doente. A enfermeira precisa considerar a pessoa como um todo, assim como o ambiente no qual ela vive, para individualizar o cuidado de enfermagem e aumentar o significado do futuro estado de saúde do paciente.

TER BONS HÁBITOS AJUDAM NA SAÚDE

Embora nem sempre seja possível evitar ficar doente, algumas coisas podem ser feitas para retardar o aparecimento de uma doença ou até mesmo como forma de prevenção. Listamos quatro hábitos que podem ser úteis para ter uma saúde melhor:   

  1. Ter boa higiene – Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, lavar as mãos é a melhor maneira de prevenir o desenvolvimento de infecções.
  2. Usar água de fonte segura – Quando a água não vem de uma fonte segura ou não é armazenada corretamente, pode causar infecções provenientes de parasitas.
  3. Cuidar da alimentação – É impossível ter boa saúde sem ter uma nutrição adequada com alimentação saudável e balanceada. Observações em relação à quantidade de sal, gordura e açúcar ingeridos, bem como o tamanho das porções, devem ser frequentes.
  4. Prática de atividades físicas – Seja qual for a idade, a prática de atividades físicas regular é extremamente necessária. Exercícios ajudam a dormir bem, manter a mobilidade, os ossos e músculos fortes, diminuir o risco de depressão, e muito mais.

¹Trecho retirado do livro Fundamentos de Enfermagem, Elsevier.

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