Estudos apontam que falhas no sistema imunológico podem provocar problemas de sociabilidade

Pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos EUA, estão usando ratos para realizar estudos sobre a relação entre a diversidade de bactérias que habitam o estômago e a saúde mental dos indivíduos. Os cientistas também querem entender por meio dessa pesquisa, como uma falha nos sistemas que usamos para nos defender dos agentes patogênicos podem danificar nossas relações com outras pessoas. Problemas de saúde, como a esquizofrenia e o autismo impedem essas interações .

Os animais testados tinham as regiões frontais do cérebro “hiperconectadas”, algo que tem semelhanças com os pacientes com autismo, quando o sistema imunológico recuperou a normalidade através dos testes, essa hiperconexão foi reparada. Do ponto de vista molecular, os cientistas observaram que os neurônios modulam a atividade dos circuitos que regulam o comportamento social em resposta a uma substância conhecida como interferão-gama, produzida por células do sistema imunitário para combater agentes patogênicos.

Os pesquisadores consideram, que a realização dos testes com êxito em humanos, ainda seja pouco provável. No entanto, eles acreditam que se identificarem as alterações no sistema imunológico que ocorrem nos transtornos psiquiátricos e formem capazes de identificar os mecanismos moleculares precisos, será possível que sejam capazes de imitar o efeito dos linfócitos a partir das substâncias que são segregadas.

O QUE É O SISTEMA IMUNOLÓGICO

¹O sistema imunológico é parte de um conjunto de sistemas de defesa utilizados para combater doenças.

O corpo de proteger-se constantemente da invasão por uma variedade de organismos vivos e outros corpos estranhos, os quais podem ganhar acesso através da pele, trato digestório, trato respiratório e outras vias. Essa proteção é fornecida pelos dois seguintes mecanismos básicos:

  • Imunidade inativa;
  • Resposta imunológica adaptativa.

A imunidade inata envolve os mecanismos não específicos da proteção de superfície (funções de barreira), tais como os fornecidos pela camada córnea da epiderme da pele, o muco nos tratos respiratório e digestório e por um ambiente ácido na mucosa da vagina.

A resposta imunológica inata é um processo não específico que se processa da mesma maneira, seja qual for o fator deflagador. Os agentes estranhos são destruídos ou neutralizados pelo sistema complemento, interferon, citocinas, células natural killer, neutrófilos e macrófago.

Em contraste, a resposta imunológica adaptativa é altamente específica e direcionada para componentes presentes na estrutura dos organismos invasores ou de partículas estranhas.

Os linfócitos são uma das mais importantes na resposta imunológica adaptativa.

¹Trecho retirado do livro Stevens & Lowe Histologia Humana 4ED

 

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Dia Mundial do Doador de Sangue: prática que salva vidas

Hoje é o Dia Mundial do Doador de Sangue, e, o  Hemorio, que fornece sangue para mais de 180 unidades de saúde veiculadas ao SUS, no estado do Rio de Janeiro, e pede que mais pessoas entrem na causa. Nos últimos meses, a unidade recebeu cerca de 150 voluntários por dia, número bem inferior à capacidade das instalações da instituição, que comporta cerca de 500 doadores por dia.

Com a proximidade dos Jogos Olímpicos, o comparecimento dos voluntários é ainda mais necessário. Pois, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o ideal é que entre 3 e 5% da população de um país seja doadora frequente de sangue. No Brasil, o número é inferior a 2% e no Rio de Janeiro, em torno de 1,5%.

PARA ONDE VAI O SANGUE DOADO?

Ao se acidentar ou passar por algum tipo de cirurgia, o paciente necessita de uma transfusão sanguínea para repor o sangue perdido no decorrer do procedimento. ‘’A transfusão sanguínea, ou tratamento com componentes do sangue, é a administração IV de sangue total ou de um componente do sangue, como hemácias, plaquetas ou plasma. Os objetivos para a administração de transfusões de sangue incluem (1) aumentar o volume sanguíneo circulante após uma cirurgia, trauma ou hemorragia; (2) aumentar o número de glóbulos vermelhos e aumentar os níveis de hemoglobina, em pacientes com anemia grave; e (3) fornecer componentes celulares específicos como terapia de reposição (ex, fatores de coagulação, plaquetas, albumina).’’ (Fonte: Fundamentos de Enfermagem, Elsevier)

MITOS E VERDADES SOBRE A DOAÇÃO DE SANGUE

A Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), preparou sete perguntas para sanar algumas dúvidas sobre a doação. Confira:

1 – Idosos não podem doar sangue

MITO – A partir de 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.

2 – A doação é restrita a pessoas sem piercing e tatuagem

MITO – Apenas pessoas com piercing na cavidade oral não podem realizar a doação, pois a boca está mais receptiva a infecções do que outras áreas do corpo. Sobre pessoas com tatuagens, é indicada que a doação seja feita após um ano da realização do desenho, pois é o tempo adequado para manifestações de doenças contagiosas que possam ser transmitidas pela agulha.

3 – O peso influencia na doação

VERDADE – O peso do voluntário deve ser a partir de 50 quilos.

4 – Gestantes e lactantes não podem doar

VERDADE – Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar. As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. E no período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.

5 – Descanso e alimentação influenciam na doação

VERDADE – É necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes da doação. Em relação à alimentação, é preciso estar bem nutrido, com refeições prévias leves e sem gordura. Além disso, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação.

6 – Doadores estão suscetíveis a doenças transmissíveis via sangue

MITO – A partir da implementação do teste NAT com fomento da ABHH, doenças como HIV, Hepatites B e C, são detectadas pelo procedimento que tem capacidade de identificar se a pessoa está contaminada mesmo que haja um curto período, entre o dia de contaminação e a doação.

7 – O doador pode realizar o ato a cada 30 dias

MITO – A doação de sangue deve realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para as mulheres, ou seja, em um período de 12 meses, há possibilidade de doação de até quatro vezes por ano, no caso de doador masculino e três em caso de doadora.

Confira aqui a lista dos hemocentros do país. Doe sangue. Doe vida.

Imagem: Google

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OMS defende embalagens padronizadas de cigarro

Hoje, 31 de maio, comemora-se o Dia Mundial sem Tabaco. Nesta mesma data a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu a adoção por Países-Membros de embalagens padronizadas de cigarro e correlatos. Com isso, a proposta trará uniformidade para esse tipo de produto, não permitindo que o usuário sinta-se ainda mais atraído pelo produto por meio da embalagem. A ideia é que todas as caixas sejam iguais, seguindo um padrão definido e que determine forma, tamanho, modo de abertura, cor e fonte, mantendo-se apenas o nome da marca.

A proposta também sugere que nas embalagens de cigarros e produtos derivados do tabaco não hajam logotipos, cores e imagens específicas, design característico ou textos promocionais referentes à marca. Apenas seriam mantidas, no país, as advertências sanitárias que tratam dos malefícios provocados pelo tabagismo – atualmente exigidas no Brasil pelo Ministério da Saúde – e o selo da Receita Federal.

Dados fornecidos pela OMS revelam que o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, respondendo por 63% dos óbitos relacionados à doenças crônicas não transmissíveis, 85% das mortes por doença pulmonar crônica, 30% das mortes por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago e outros), 25% das óbitos por doença coronariana e 25% das mortes por doenças cerebrovasculares. Caso nada seja feito, a previsão é que 8 milhões de pessoas morrerão, ao ano, em decorrência do uso do cigarro, a partir de 2030.

Como a nicotina presente no cigarro é altamente viciante, a dificuldade de abandonar o vício é muito mais árdua. O auxílio de familiares e profissionais no momento que o dependente decide parar de fumar, é fundamental para que ele tenha êxito. ‘’O ideal é que todos os fumantes que estão em processo de cessão de fumar sejam acompanhados com consultas de retorno para garantir um apoio na fase inicial da abstinência, em que os riscos de recaída são maiores. Sugere-se que o paciente que está em processo de cessão de fumar retorne para acompanhamento em pelo menos três momentos durante os seis meses subsequentes à parada de fumar. Esses retornos podem acontecer, de acordo com a avaliação do profissional de saúde, no 1º, 3° e 6º meses.” Fonte: Protocolos Clínicos e de Regulação

MAIS SOBRE A DATA

O Dia Mundial sem Tabaco foi criado pela Organização Mundial da Saúde em 1987 como um alerta sobre doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. Dados da própria entidade se referem a uma epidemia global do tabaco que mata quase 6 milhões de pessoas todos os anos. Dessas, mais de 600 mil são fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes).

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Redução da mortalidade materna ainda é um grande desafio

Este desafio de saúde, ético e de equidade de gênero, ainda está longe de ser vencido, uma vez que, as mulheres continuam morrendo desnecessariamente em decorrência da gravidez e do parto. O dia 28 de maio é de extrema importância para as mulheres, pois além de ser o Dia Internacional de Ação pela Saúde das Mulheres, integra a agenda do movimento de mulheres brasileiras como o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Ambas as ações têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade dos diversos problemas de saúde e distúrbios comuns na vida das mulheres.

No mundo, ainda é alto o número de mulheres que morrem por complicações na gestação, parto e puerpério conhecida por mortalidade materna. Os dados são tão relevantes que ‘’Faz parte dos objetivos da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicados em 2000, reduzir em 75% o risco de mortalidade materna mundial entre os anos de 1990 e 2015. Embora tenha ocorrido diminuição das mortes maternas mundialmente, com taxa atual de redução de risco de mortalidade materna de 2,5% ao ano, evidencia-se que tal velocidade de redução não será suficiente para cumprir a meta preestabelecida.’’¹ No Brasil, o número de mortalidade materna só chegou a reduzir em 50% desde a Declaração do Milênio de 2000.

Conhecer a realidade, investigar a causa das mortes maternas e o perfil das gestantes, humanizando-as e permitindo que deixem de ser apenas mais um número nas estatísticas é o primeiro passo para a sua prevenção e redução. A mortalidade materna pode e deve ser evitada com o pleno acesso da mulher ao sistema de saúde com o acompanhamento regular e de qualidade na gravidez, parto e puerpério.

‘’Muitos dos principais determinantes da morbidade e mortalidade perinatal já foram delineados. Incluídos entre estes estão a idade materna, raça, status socioeconômico, estado nutricional, história obstétrica pregressa, história familiar, doenças associadas, e os problemas na gestação atual. Idealmente, o processo de identificação de risco é estabelecido antes da concepção, porque este é o momento em que é mais provável que tenhamos benefícios no aconselhamento a favor e contra certos comportamentos, alimentos e suplementos nutricionais.’’²

‘’O atendimento inicial adequado e o transporte realizado de acordo com as normas de segurança, podem interferir de maneira significativa no prognóstico do paciente, com redução da mortalidade e prevenção de lesões que poderiam levar a sequelas irreversíveis.

Segundo a OMS, o Brasil é um país que apresenta elevadas taxas de mortalidade materna, em torno de 77 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Esse dado é alarmante quando em comparação com as cifras menores de 10/100 mil constatadas no Canadá e nos Estados Unidos. Porém, mesmo em países desenvolvidos, a hipertensão arterial figura como a principal causa da mortalidade materna.’’³


¹²³ Trecho retirado integralmente do livro Condutas de anestesia obstétrica¹, Klaus & Fanaroff – Alto Risco em Neonatologia² e Protocolos Clínicos e de Regulação³.

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SBH promove campanha pelo Dia Mundial da Hipertensão

Hoje, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) em parceria com a EMTU/SP, promoverá a Campanha ”Menos Pressão”, que oferecerá orientações e medição de pressão arterial, no Terminal Metropolitano Jabaquara São Paulo – com o intuito de sensibilizar a população durante o Dia Mundial da Hipertensão, celebrado nesta terça-feira, dia 17 de maio.

A Campanha “Menos Pressão”, promovida anualmente pela SBH, tem como objetivo conscientizar a população a respeito da hipertensão arterial e incentivar a adoção de hábitos de vida mais saudáveis. O evento ocorre entre 9h e 14h e atenderá quem passar pela plataforma A do Terminal Jabaquara com medida da pressão arterial, além de orientações e dicas de prevenção à hipertensão arterial. Estará presente uma equipe de dez profissionais treinados pela Sociedade Brasileira de Hipertensão para esta atuação.

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, a doença atinge entre 25% e 30% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos. O dia 17 de maio foi escolhido para ressaltar a importância do tratamento e prevenção da hipertensão arterial. A data é lembrada com preocupação pelos profissionais da área, pois, é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal no país.

DEFINIÇÃO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL

A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para acidente vascular encefálico (AVE), insuficiência cardíaca, doença vascular periférica e doença renal. Ela está frequentemente associada à obesidade, em especial, obesidade abdominal. A redução do peso em obesos hipertensos geralmente promove melhora no quadro hipertensivo. A restrição de sódio também normalmente reduz os níveis de pressão arterial. A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) – rica em frutas, verduras, produtos lácteos com baixo teor de gordura e com redução na quantidade de gordura saturada total – também pode diminuir os níveis de pressão arterial. A diminuição na ingestão dietética de sódio acarreta benefícios adicionais quando incluída como parte da dieta DASH. Como a ingestão de álcool aumenta a pressão arterial, o seu consumo deve ser limitado em pacientes hipertensos. (Fonte: Goldman Cecil Medicina)

TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL

O objetivo do tratamento anti-hipertensivo é reduzir o risco cardiovascular de um indivíduo e, assim, as taxas de morbidade e mortalidade. Em um paciente, a decisão de iniciar tratamento é determinada por uma série de fatores, como a magnitude da elevação da PA, o acometimento de órgãos-alvo e a presença de outros fatores de riscos cardiovasculares. 

É importante ressaltar que, na avaliação do paciente com algum grau de comprometimento da pressão arterial, devem-se considerar, além de valores de PA, também os fatores de risco, condições clínicas e doenças associadas.

Esse fato dará importante noção sobre a gravidade do indivíduo em questão. A tabela 48-2 exibe a estratificação de risco de acordo com os níveis de pressão arterial e outras condições concomitantes. (Fonte: Hipertensão 2ED)

hipertensão

 

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A Elsevier oferece acesso online gratuito aos mais atuais  conteúdos científicos baseados em evidências para auxiliar no combate ao Zika vírus

Resource Center ZikaVirus – em português e espanhol – reúne tudo o que é publicado sobre a doença nas diversas plataformas da Elsevier

Rio de Janeiro, 14 de maio de 2016– Mosquitos Aedes Aegypti que carregam a bactéria Wolbachia – encontrada no interior das células de 60% de todas as espécies de insetos – são consideravelmente menos capazes de transmitir o vírus Zika, dizem pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no primeiro relatório publicado sobre o efeito da Wolbachia sobre o Zika.  A conclusão é o resultado de um estudo publicado no dia 4 de maio de 2016 na revista Cell Host &Microbe. Pesquisas como esta e revisões, editoriais, correspondências e comentários sobre o Zika estão reunidas e com acesso gratuito, agora, no Resource Center Zika Virus (http://zika-virus-resource-center.elsevier.com.br/), da Elsevier.

Em um momento em que o Ministério da Saúde brasileiro afirma que ainda há muitas questões sem resposta sobre o assunto, a Elsevier abre seu conteúdo pago publicado nas revistas The Lancet e plataformas ScienceDirect, ClinicalKey, Mendeley, Scopus e SciVal e o disponibiliza gratuitamente, em português e espanhol, para ajudar a comunidade científica, profissionais de saúde, gestores de políticas públicas e a população em geral a entender e a lidar melhor com o surto.

Assim, a empresa democratiza no Brasil e na América Latina o acesso à informação mais atual e confiável, publicada em veículos científicos reconhecidos internacionalmente presentes em seu portfólio e também no Resource Center institucional, criado em inglês, para reunir todas essas fontes de pesquisa.

A editora é responsável por cerca de 25% de todo o conteúdo científico publicado no mundo, entre diversos livros e revistas científicas, informações sobre medicamentos, orientações clínicas e educação para pacientes. O conteúdo apresentado no Resource Center ZikaVirus é revisado por médicos e editores profissionais, atualizado com as mais recentes e abrangentes pesquisas e informações baseadas em evidências. Segundo o diretor de Elsevier Brasil, Claudio Della Nina, “a iniciativa faz parte de um esforço da empresa de facilitar o acesso à informação, unificando tudo o que é publicado sobre a doença nas diversas plataformas da Elsevier”.

O Resource Center também faz conexão com outros recursos de pesquisa oficiais, como o da agência norte-americana Centers for Disease Controland Prevention (CDC) e o da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, disponibiliza links para dados do Scopus e do SciVal, plataformas que fornecem uma visão geral sobre as tendências globais da pesquisa sobre o Zika; e para o Mendeley, que estabeleceu o Grupo de Referência sobre o vírus Zika com o objetivo de compartilhar referências de artigos relevantes, apoiando o trabalho da comunidade científica na descoberta de uma vacina. Durante a epidemia do Ebola, a Elsevier também desenvolveu um centro de informação similar.

Mais conteúdos científicos sobre o Zika Vírus em diversas soluções da Elsevier
A Elsevier ainda oferece acesso às informações baseadas em evidências e pesquisas científicas para o combate ao Zika na fonte de busca clínica ClinicalKey. Os tópicos são atualizados em tempo real na medida em que novas informações são indexadas na plataforma, como, por exemplo, artigos na íntegra: MicrocephalyandZikavirusinfection (Março, 2016); abstracts do Medline: History, epidemiology, andclinicalmanifestationsofZika: a systematicreview (Abril, 2016); e imagens: Reported dengue-likeillnessandmicrocephaly in northeasternBrazil, 2015 (Março, 2016).

Outra solução da Elsevier que também oferece evidências para apoiar o trabalho dos pesquisadores é o ScienceDirect, que abriga quase 1/4 do conteúdo científico, técnico e médico revisado por pares no mundo. Mais de 15 milhões de pesquisadores, profissionais de saúde, professores, estudantes e profissionais da informação usam o ScienceDirect como fonte confiável, com seus 2.500 periódicos e mais de 33.000 títulos de livros.

Sobre a Elsevier

A Elsevier é a maior fornecedora no mundo de soluções em informação que ampliam o desempenho de cientistas e profissionais de saúde e tecnologia, dando-lhes a ferramentas para tomar melhores decisões, prestar melhores serviços e, por vezes, fazer descobertas pioneiras que estendem as fronteiras do conhecimento e do progresso humano. A empresa fornece soluções web, digitais – como o – e publica mais de 2500 revistas, incluindo o The Lancet e a Cell, além de mais de 33 mil títulos de livros, incluindo um número de trabalhos de referência icônicos. Integra, também, o RELX Groupplc, fornecedor líder no mundo em soluções de informação para profissionais em todas as indústrias.

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