45% da população ocidental sofre com problemas de refluxo

Para descobrir se o paciente necessita de cirurgia gastroesofágica para resolver o problema,  o médico deve fazer avaliação e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.


Dentre todas as doenças no aparelho digestivo, uma das mais comuns é o refluxo. Quase metade da população ocidental se queixa de ter pelo menos um refluxo ao mês, segundo dados da National Digestive Diseases Information Clearinghouse (EUA). Na maior parte dos casos, a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) exige mudanças de hábitos, medicamentos leves, que geralmente são temporários, ou até alguns mais pesados. Nos casos mais graves, onde o medicamento não faz efeito, é necessário realizar uma cirurgia gastroesofágica.

Para descobrir se a cirurgia é necessária, o médico deve fazer uma avaliação crítica e se basear em evidências, que podem ser obtidas por meio de ensaios clínicos controlados randomizados, revisões sistemáticas da literatura, metanálises e estudos observacionais.

Para oferecer um apoio aos profissionais da saúde especializados em cirurgia do sistema digestivo, a Elsevier lança a 5ª edição do livro Griffin: Cirurgia Gastroesofágica, editada pelos profissionais especialistas Michael Griffin, Simon A. Raimes e Shenfine Jon e que conta com a participação de médicos reconhecidos na área de diversas partes do mundo. O título faz parte da série Um Companheiro para a Prática Cirúrgica do Especialista, que conta com cinco obras, cada uma  especializada em um tipo de cirurgia.

“A obra tem excelente qualidade de imagens, tanto fotos quanto desenhos; abrange temas importantes e atuais; é simples, bem escrita e direta. Excelente para a consulta no dia a dia, foi organizada como um manual, de fácil acesso e didática. Um ponto muito interessante são as referências: os autores destacam e fazem comentários sobre os títulos que recomendam. Os capítulos foram muito bem escritos e trazem ótimas revisões de cada tema, algo difícil de ser feito numa área em que os conhecimentos mudam e se atualizam muito rapidamente”, explica Marcelo Mester, doutor em cirurgia gastroenterológica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pós graduado em cirurgia oncológica pelo Massachussets General Hospital, Harvard Medical School.

O livro descreve o passo a passo das principais técnicas cirúrgicas gastroesofágicas, com linguagem clara que abrange as necessidades dos cirurgiões em treinamento e especialistas, já que seu conteúdo é baseado em evidências desta especialidade, que é relevante para a prática cirúrgica geral.

Além do tratamento da doença do refluxo gastroesofágico, a obra aborda patologia dos tumores esofágicos e gástricos, cirurgia para o câncer esofágico e do estômago, tratamentos paliativos dos carcinomas esofágicos e gástricos, hérnia paraesofágica e volvo gástrico, entre outras doenças do sistema digestivo.

doencas

GRIFFIN, Michael – MD Consultor, Departamento de Anestesia e Cuidados Intensivos, Mater Misericordiae Hospital, Dublin, Irlanda.

RAIMES, Simon A. – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

SHENFINE, Jon – Consultor Superior de Cirurgia Gastrointestinal Alta, Unidade Norte Esôfagogástrica, Cumberland Infirmary, Carlisle, Reino Unido.

Conteúdo produzido por: DFreire Comunicação e Negócios

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Má alimentação é a luta constante dos nutricionistas

Uma pesquisa realizada pela Consumers International (CI), no ano passado, comprova que mais de 80% das pessoas subestimam o impacto de uma má alimentação não saudável a saúde. Segundo dados divulgados no último ano pelo Ministério da Saúde, 52,5% da população adulta está acima do peso e, dentro dessa parcela, 17,9% estão obesos. Neste, e em outros contexto relacionados à má alimentação, o nutricionista é um importante aliado para ajudar a reverter tais cenários.

O planejamento nutricional individualizado é essencial, fazer perguntas e explorar os sentimentos do paciente sobre o seu peso e dieta e ajudá-lo a estabelecer metas realistas e realizáveis também são partes importantes do processo de adequação da alimentação à saúde.

Nem todas as pessoas têm a mesma relação com a comida, o que pode gerar grandes problemas de saúde. Segundo o livro Fundamentos de enfermagem, 8 ED, ”Um problema nutricional muitas vezes ocorre quando o consumo global está significativamente diminuído ou aumentado, ou quando um ou mais nutrientes não são ingeridos, digeridos completamente ou absorvidos integralmente.” Cabem aos profissionais envolvidos com o tratamento do paciente entenderem suas necessidades e, criarem opções de dietas adequadas a essa realidade. Essa análise das necessidades alimentares é feita por meio de uma avaliação nutricional.

O QUE É AVALIAÇÃO NUTRICIONAL?

O processo de coleta de dados para determinar o estado nutricional de um indivíduo é denominado avaliação nutricional. O médico ou nutricionista qualificado e treinado em nutrição clínica reúne dados para comparar os vários fatores sociais, farmacológicos, ambientais, físicos e clínicos necessários à avaliação das necessidades nutricionais de um indivíduo. O objetivo dessa avaliação é reunir os dados para desenvolver um plano de tratamento nutricional, o qual assegurará, uma vez introduzido, a nutrição adequada para a saúde e o bem-estar. (Fonte: Egan fundamentos de terapia respiratória 9ED)

VIVER BEM SEM EXTREMISMOS

Vivemos atualmente um terrorismo nutricional em que as pessoas não sabem mais o que comer. Quando na verdade devemos percorrer o caminho inverso aos extremismos quando o assunto é alimentação. Procurar ajuda de um nutricionista e adequar sua alimentação ao seu estilo de vida, dietas restritivas feitas por conta própria, nunca são a opção. Além de estressarem o corpo, forçam o cérebro a alterar o metabolismo e o apetite, fazendo a pessoa engordar ainda mais a longo prazo. Não use sites de buscas e receitas mirabolantes como alternativas, procure um médico ou um nutricionista para pedir orientação. Lembre-se que a alimentação está ligada diretamente com a sua saúde. Preserve-a!

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Dia Nacional da Saúde

A data é celebrada no Brasil em 5 de agosto. Tem como objetivo conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da educação sanitária e despertar na população o valor da saúde e dos cuidados para com ela. O dia foi escolhido por ser a data de nascimento do sanitarista Oswaldo da Cruz, um importante personagem na história do combate e erradicação de epidemias no Brasil, no começo do século XX.

¹DEFINIÇÃO DE SAÚDE

Definir saúde é difícil. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como o ”estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não somente ausência de doenças ou enfermidades” (OMS,1947). Muitos outros aspectos da saúde devem ser considerados. Saúde é um estado que as pessoas definem em relação a seus próprios valores, personalidade e estilo de vida. Cada pessoa possui um conceito pessoal de saúde. Pender, Murdaugh e Parsons (2011) definiram saúde como a atualização do potencial humano inerente e adquirido por meio de comportamento direcionado por metas, autocuidado competente e relacionamentos satisfatórios com outros, enquanto são realizados ajustes conforme necessário para manter a integridade estrutural e a harmonia com o ambiente.

O ponto de vista de cada indivíduo acerca da saúde varia entre diferentes faixas etárias, gêneros, raças e culturas (Pender, Murdaugh e Parsons, 2011), Pender (1996) explicou que ”todas as pessoas livres de doenças não são saudáveis da mesma maneira”. As visões de saúde se ampliaram para incluir o bem-estar mental, social e espiritual e foco sobre saúde nos níveis familiares e da comunidade (Pender, Murdaugh e Parsons,2006).

De acordo com dados do Ministério da Saúde (2011), falar de saúde implica levar em conta, além de outros fatores, a qualidade da água que se consome e do ar que se respira, a miséria, a degradação social ou desnutrição, estilos e qualidade de vida pessoais e formas de inserção da diferentes parcelas da população no mundo do trabalho; envolve aspectos éticos relacionados ao direito à vida e à saúde, direitos e deveres, ações e omissões de indivíduos e grupos sociais, dos serviços privados e do poder público. A saúde então é produto e parte do estilo de vida e das condições de existência, sendo a vivência do processo saúde/doença uma forma de representação da inserção humana no mundo.

Saúde e doença são definidas de acordo com as percepções individuais, A saúde frequentemente inclui condições previamente consideradas como doença. Por exemplo, um pessoa com epilepsia que aprendeu a controlar suas crises epilépticas com medicamentos e que possui desempenho normal em casa ou no trabalho pode não se considerar mais doente. A enfermeira precisa considerar a pessoa como um todo, assim como o ambiente no qual ela vive, para individualizar o cuidado de enfermagem e aumentar o significado do futuro estado de saúde do paciente.

TER BONS HÁBITOS AJUDAM NA SAÚDE

Embora nem sempre seja possível evitar ficar doente, algumas coisas podem ser feitas para retardar o aparecimento de uma doença ou até mesmo como forma de prevenção. Listamos quatro hábitos que podem ser úteis para ter uma saúde melhor:   

  1. Ter boa higiene – Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, lavar as mãos é a melhor maneira de prevenir o desenvolvimento de infecções.
  2. Usar água de fonte segura – Quando a água não vem de uma fonte segura ou não é armazenada corretamente, pode causar infecções provenientes de parasitas.
  3. Cuidar da alimentação – É impossível ter boa saúde sem ter uma nutrição adequada com alimentação saudável e balanceada. Observações em relação à quantidade de sal, gordura e açúcar ingeridos, bem como o tamanho das porções, devem ser frequentes.
  4. Prática de atividades físicas – Seja qual for a idade, a prática de atividades físicas regular é extremamente necessária. Exercícios ajudam a dormir bem, manter a mobilidade, os ossos e músculos fortes, diminuir o risco de depressão, e muito mais.

¹Trecho retirado do livro Fundamentos de Enfermagem, Elsevier.

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Estudos apontam que falhas no sistema imunológico podem provocar problemas de sociabilidade

Pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos EUA, estão usando ratos para realizar estudos sobre a relação entre a diversidade de bactérias que habitam o estômago e a saúde mental dos indivíduos. Os cientistas também querem entender por meio dessa pesquisa, como uma falha nos sistemas que usamos para nos defender dos agentes patogênicos podem danificar nossas relações com outras pessoas. Problemas de saúde, como a esquizofrenia e o autismo impedem essas interações .

Os animais testados tinham as regiões frontais do cérebro “hiperconectadas”, algo que tem semelhanças com os pacientes com autismo, quando o sistema imunológico recuperou a normalidade através dos testes, essa hiperconexão foi reparada. Do ponto de vista molecular, os cientistas observaram que os neurônios modulam a atividade dos circuitos que regulam o comportamento social em resposta a uma substância conhecida como interferão-gama, produzida por células do sistema imunitário para combater agentes patogênicos.

Os pesquisadores consideram, que a realização dos testes com êxito em humanos, ainda seja pouco provável. No entanto, eles acreditam que se identificarem as alterações no sistema imunológico que ocorrem nos transtornos psiquiátricos e formem capazes de identificar os mecanismos moleculares precisos, será possível que sejam capazes de imitar o efeito dos linfócitos a partir das substâncias que são segregadas.

O QUE É O SISTEMA IMUNOLÓGICO

¹O sistema imunológico é parte de um conjunto de sistemas de defesa utilizados para combater doenças.

O corpo de proteger-se constantemente da invasão por uma variedade de organismos vivos e outros corpos estranhos, os quais podem ganhar acesso através da pele, trato digestório, trato respiratório e outras vias. Essa proteção é fornecida pelos dois seguintes mecanismos básicos:

  • Imunidade inativa;
  • Resposta imunológica adaptativa.

A imunidade inata envolve os mecanismos não específicos da proteção de superfície (funções de barreira), tais como os fornecidos pela camada córnea da epiderme da pele, o muco nos tratos respiratório e digestório e por um ambiente ácido na mucosa da vagina.

A resposta imunológica inata é um processo não específico que se processa da mesma maneira, seja qual for o fator deflagador. Os agentes estranhos são destruídos ou neutralizados pelo sistema complemento, interferon, citocinas, células natural killer, neutrófilos e macrófago.

Em contraste, a resposta imunológica adaptativa é altamente específica e direcionada para componentes presentes na estrutura dos organismos invasores ou de partículas estranhas.

Os linfócitos são uma das mais importantes na resposta imunológica adaptativa.

¹Trecho retirado do livro Stevens & Lowe Histologia Humana 4ED

 

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Dia Mundial do Doador de Sangue: prática que salva vidas

Hoje é o Dia Mundial do Doador de Sangue, e, o  Hemorio, que fornece sangue para mais de 180 unidades de saúde veiculadas ao SUS, no estado do Rio de Janeiro, e pede que mais pessoas entrem na causa. Nos últimos meses, a unidade recebeu cerca de 150 voluntários por dia, número bem inferior à capacidade das instalações da instituição, que comporta cerca de 500 doadores por dia.

Com a proximidade dos Jogos Olímpicos, o comparecimento dos voluntários é ainda mais necessário. Pois, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o ideal é que entre 3 e 5% da população de um país seja doadora frequente de sangue. No Brasil, o número é inferior a 2% e no Rio de Janeiro, em torno de 1,5%.

PARA ONDE VAI O SANGUE DOADO?

Ao se acidentar ou passar por algum tipo de cirurgia, o paciente necessita de uma transfusão sanguínea para repor o sangue perdido no decorrer do procedimento. ‘’A transfusão sanguínea, ou tratamento com componentes do sangue, é a administração IV de sangue total ou de um componente do sangue, como hemácias, plaquetas ou plasma. Os objetivos para a administração de transfusões de sangue incluem (1) aumentar o volume sanguíneo circulante após uma cirurgia, trauma ou hemorragia; (2) aumentar o número de glóbulos vermelhos e aumentar os níveis de hemoglobina, em pacientes com anemia grave; e (3) fornecer componentes celulares específicos como terapia de reposição (ex, fatores de coagulação, plaquetas, albumina).’’ (Fonte: Fundamentos de Enfermagem, Elsevier)

MITOS E VERDADES SOBRE A DOAÇÃO DE SANGUE

A Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), preparou sete perguntas para sanar algumas dúvidas sobre a doação. Confira:

1 – Idosos não podem doar sangue

MITO – A partir de 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.

2 – A doação é restrita a pessoas sem piercing e tatuagem

MITO – Apenas pessoas com piercing na cavidade oral não podem realizar a doação, pois a boca está mais receptiva a infecções do que outras áreas do corpo. Sobre pessoas com tatuagens, é indicada que a doação seja feita após um ano da realização do desenho, pois é o tempo adequado para manifestações de doenças contagiosas que possam ser transmitidas pela agulha.

3 – O peso influencia na doação

VERDADE – O peso do voluntário deve ser a partir de 50 quilos.

4 – Gestantes e lactantes não podem doar

VERDADE – Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar. As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. E no período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.

5 – Descanso e alimentação influenciam na doação

VERDADE – É necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes da doação. Em relação à alimentação, é preciso estar bem nutrido, com refeições prévias leves e sem gordura. Além disso, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação.

6 – Doadores estão suscetíveis a doenças transmissíveis via sangue

MITO – A partir da implementação do teste NAT com fomento da ABHH, doenças como HIV, Hepatites B e C, são detectadas pelo procedimento que tem capacidade de identificar se a pessoa está contaminada mesmo que haja um curto período, entre o dia de contaminação e a doação.

7 – O doador pode realizar o ato a cada 30 dias

MITO – A doação de sangue deve realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para as mulheres, ou seja, em um período de 12 meses, há possibilidade de doação de até quatro vezes por ano, no caso de doador masculino e três em caso de doadora.

Confira aqui a lista dos hemocentros do país. Doe sangue. Doe vida.

Imagem: Google

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OMS defende embalagens padronizadas de cigarro

Hoje, 31 de maio, comemora-se o Dia Mundial sem Tabaco. Nesta mesma data a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu a adoção por Países-Membros de embalagens padronizadas de cigarro e correlatos. Com isso, a proposta trará uniformidade para esse tipo de produto, não permitindo que o usuário sinta-se ainda mais atraído pelo produto por meio da embalagem. A ideia é que todas as caixas sejam iguais, seguindo um padrão definido e que determine forma, tamanho, modo de abertura, cor e fonte, mantendo-se apenas o nome da marca.

A proposta também sugere que nas embalagens de cigarros e produtos derivados do tabaco não hajam logotipos, cores e imagens específicas, design característico ou textos promocionais referentes à marca. Apenas seriam mantidas, no país, as advertências sanitárias que tratam dos malefícios provocados pelo tabagismo – atualmente exigidas no Brasil pelo Ministério da Saúde – e o selo da Receita Federal.

Dados fornecidos pela OMS revelam que o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, respondendo por 63% dos óbitos relacionados à doenças crônicas não transmissíveis, 85% das mortes por doença pulmonar crônica, 30% das mortes por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago e outros), 25% das óbitos por doença coronariana e 25% das mortes por doenças cerebrovasculares. Caso nada seja feito, a previsão é que 8 milhões de pessoas morrerão, ao ano, em decorrência do uso do cigarro, a partir de 2030.

Como a nicotina presente no cigarro é altamente viciante, a dificuldade de abandonar o vício é muito mais árdua. O auxílio de familiares e profissionais no momento que o dependente decide parar de fumar, é fundamental para que ele tenha êxito. ‘’O ideal é que todos os fumantes que estão em processo de cessão de fumar sejam acompanhados com consultas de retorno para garantir um apoio na fase inicial da abstinência, em que os riscos de recaída são maiores. Sugere-se que o paciente que está em processo de cessão de fumar retorne para acompanhamento em pelo menos três momentos durante os seis meses subsequentes à parada de fumar. Esses retornos podem acontecer, de acordo com a avaliação do profissional de saúde, no 1º, 3° e 6º meses.” Fonte: Protocolos Clínicos e de Regulação

MAIS SOBRE A DATA

O Dia Mundial sem Tabaco foi criado pela Organização Mundial da Saúde em 1987 como um alerta sobre doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. Dados da própria entidade se referem a uma epidemia global do tabaco que mata quase 6 milhões de pessoas todos os anos. Dessas, mais de 600 mil são fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes).

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