Boas razões para deixar a raiva de lado

Gandhi disse certa vez: “O perdão é um atributo dos fortes.” É preciso muita coragem para seguir em frente a partir de uma experiência dolorosa causada por outra pessoa. Mas se você conseguir evitar a raiva estará melhorando, e muito, como pessoa. Abaixo algumas razões pelas quais é melhor perdoar do que alimentar o rancor.

A raiva pode prejudicar seu coração

Engarrafar emoções ruins pode ser um pedágio caro a se pagar sobre a sua saúde física. Um estudo publicado pela American Heart Association sugere que níveis elevados de raiva pode aumentar o risco de doença cardíaca coronária, particularmente em homens mais velhos. Reprimir esses sentimentos também pode aumentar a pressão arterial.

Jamais explodir de raiva na frente das crianças

Crianças pequenas moldam o seu comportamento de acordo com o ambiente, especialmente se este cenário está envolto de hostilidade e raiva. De acordo com um estudo publicado na revista Cognitive Development, os bebês podem não só sentir raiva, como ajustar seu comportamento em torno dela. Além do mais, mesmo crianças muito pequenas têm uma memória excelente: os pesquisadores descobriram que as crianças são capazes de classificar o que era raiva baseadas em situações anteriores.

Mesmo um pequeno episódio de raiva pode ter implicações para a saúde

Um estudo da Harvard School of Public Health descobriu que os indivíduos tem cinco vezes mais risco de um ataque cardíaco e três vezes mais risco de um acidente vascular cerebral nas duas horas após uma explosão de raiva.

A raiva prejudica sua saúde mental

Situações adversas têm uma maneira de se alocar em nossas mentes, levando-nos a uma espiral de pensamentos que podem afetar a nossa saúde mental. A raiva agrava a ansiedade e o stress, sustentando emoções hostis que podem tomar a direção de algo mais perigoso.

A raiva pode ser associada com o desenvolvimento de diabetes tipo 2

De acordo com dados publicados pelo National Institutes of Health, a raiva pode potencialmente levar a diabetes por meio de comportamentos de risco à saúde. Não há nenhuma ligação direta entre temperamento e risco de diabetes, mas ainda sim existem alguns resultados notáveis. No estudo, os indivíduos com os mais altos níveis de raiva tinham 34% mais risco de desenvolver a doença em comparação com aqueles com temperamentos mais tranquilos. Os pesquisadores descobriram que aqueles com raiva crônica eram mais propensos a fumar e tinha uma maior ingestão de calorias, dois fatores que podem levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Deixar o rancor de lado o fará mais leve

A raiva pesa. Em um experimento publicado na revista Social Psychological and Personality Science, pesquisadores instruíram 160 alunos de graduação a lembrar de uma época na qual eles viveram algum tipo de conflito. Após isso foram convidados a participar de um exercício físico de salto em distância. Aqueles que pensaram na situação praticando o perdão saltaram mais alto, o que sugere que a carga de rancor pode ser mais do que apenas mental.

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Perda Dentária e Idade

Trecho retirado de Carr, McCracken – Protese Parcial Removível – 12ª Edição, livro referência que oferece conteúdo completo e aprofundado para a disciplina de prótese removível de forma clara, objetiva e didática!

 

Não é surpresa que exista uma relação direta entre a perda dentária e a idade. Foi documentada uma relação de perda de dentes específicos com o aumento da idade. Isto ocorre porque alguns dentes são mantidos em boca por mais tempo do que outros. Sugere-se que, no geral, ocorre uma diferença entre as arcadas quanto à perda de dentes, onde os dentes superiores são perdidos mais precocemente que os dentes inferiores. Essas observações estão provavelmente relacionadas à suscetibilidade à cárie, que foram relatadas (Tabela 1-1).

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SBC assina a nova edição da obra mais completa do país sobre Hipertensão.

Lançamento será em setembro, no Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia

O Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (DHA/SBC) assina a segunda edição de Hipertensão, publicado pela Editora Elsevier, o único com a chancela da SBC. O livro chega ao mercado no momento em que 33% (ou ¼) da população brasileira sofre de pressão alta, de acordo com pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 27 capitais do país.

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Proteínas da carne ricas em nutrientes para a compensação da perda muscular relacionada à idade

A carne pode ser a chave para resistir aos sinais de envelhecimento. Quando você chega aos cinquenta, a pouco conhecida perda de massa muscular relacionada à idade – sarcopenia – começa. Estima-se que, através da sarcopenia, perdemos cerca de 1% de massa muscular por ano. Este estudo busca compensar a perda de massa muscular através do aumento da ingestão de proteína em uma dieta. Embora comumente evitadas devido ao seu teor de gordura saturada, as proteínas da carne ricas em nutrientes podem ajudar na mediação de ganho de massa muscular e força quando combinadas com um programa de exercícios, fazendo com que o indivíduo fique forte e saudável por mais tempo.

 

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