Fique por dentro das novidades da Ultrassonografia no Dia Mundial da Saúde

 

O Dia Mundial da Saúde, comemorado hoje, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da preservação, promoção e recuperação da saúde para ter cada vez mais uma melhor qualidade de vida.

Para celebrar a data, a dica de leitura é o livro “Fundamentos em Ultrassonografia na Reumatologia: Uma Abordagem na Prática Clínica”, que demonstra a complexidade de uma nova ferramenta que se desenvolveu nos últimos anos para demonstrar minuciosamente lesões que afetam a capacidade morfofuncional estrutural dos pacientes com doenças reumatológicas.

A obra ainda conta com temas inéditos como ultrassom de alta resolução em estruturas como as unhas, novos danos ecoestruturais na hanseníase e a futura utilização do Doppler espectral nos diversos processos inflamatórios teciduais.

Para saber mais sobre  Fundamentos em Ultrassonografia na Reumatologia: Uma Abordagem na Prática Clínica clique aqui.

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Câncer de ovário: doença assassina e silenciosa

Ao contrário do que muita gente pensa, o câncer de ovário não é uma doença rara. É apenas menos comum que o de mama e o de colo de útero, por exemplo. Sendo inclusive, a neoplasia ginecológica mais letal, segundo pesquisas cerca 140 mil mulheres morrem a cada ano devido a doença. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que 250 mil novos casos surjam anualmente no mundo e a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para 2014 no Brasil é de 5.680 novos casos.

Um dos maiores riscos é que por falta de informação e sintomas não muito agressivos, normalmente o diagnóstico da doença é feito em um estágio já avançado da doença – cerca de 75% dos casos são detectados em estágio avançado e com metástase – e a consequência é devastadora, uma em cada três pacientes com o diagnóstico tardio sobrevive cinco anos após a doença.

A prevenção ainda é a principal arma para descobrir o câncer de ovário no estágio inicial. O transvaginal (ultrassonografia pélvica) e o CA 125, são alguns dos exames que o ginecologista deve pedir durante as visitas de rotina. Uma análise detalhada do histórico do paciente, exame físico, ultrassom transvaginal e o CA 125 deve ser avaliado cuidadosamente a cada consulta, para que a qualquer evidência de problema a paciente seja tratada.

¹ULTRASSONOGRAFIA PÉLVICA NORMAL

O conhecimento da anatomia normal e técnicas de verificação da pelve feminina são essenciais para detecção de doenças pélvicas. A ultrassonografia pélvica completa é feita em duas etapas. Na maioria dos casos, é feita a avaliação por via trans abdominal seguida da via transvaginal.

Décadas atrás, as ultrassonografias trans abdominal e pélvica eram realizadas sempre com a bexiga cheia para visualizar os órgãos pélvicos diminuindo os artefatos promovidos pelas alças intestinais adjacentes. Apesar de, eventualmente, o enchimento da bexiga da paciente ser útil, a varredura trans abdominal é muito eficaz mesmo se a bexiga não estiver completamente distendida. Se o útero estiver antevertido, mesmo com a bexiga vazia, pode ser bem avaliado pelo método. A retroversão do útero talvez dificulte a sua visualização com a bexiga vazia; no entanto, pode ser bem visto por via transvaginal. Por esse motivo não é mais obrigatório que as pacientes estejam com a bexiga cheia para a realização da ultrassonografia pélvica, assumindo que o exame transvaginal também seja realizado. Se por algum motivo, a paciente for realizar somente o exame por via trans abdominal (p. ex., se a paciente se recusa a realizar o exame transvaginal), o ideal é que a bexiga esteja cheia, porém não exageradamente distendida para evitar a compressão dos órgãos pélvicos contra o sacro.

O exame pélvico normalmente deve incluir um componente transvaginal após o exame trans abdominal, conforme anteriormente descrito, a menos que seja contraindicado ou recusado pela paciente. Se a paciente não for uma candidata apropriada para o exame transvaginal, a avaliação pode ser realizada através do reto.


¹ Trecho retirado do livro Ultrassonografia Ginecológica, Elsevier

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Ultrassonografia Endoscópica se mostra a mais eficiente no combate às doenças gastrointestinais

Ao longo das duas últimas décadas, a ultrassonografia endoscópica (USE) vem emergindo como um recurso endoscópico valioso no diagnóstico e tratamento de uma variedade de distúrbios gastrointestinais, incluindo, mas não se limitando a, cistos pancreáticos, tumores da mucosa e submucosa, pancreatite demonstrado a superioridade da USE comparada à tomografia computadorizada abdominal convencional (TC), no estadiamento de tumores esofágicos, gástricos e pancreáticos. Além disso, o advento da punção aspirativa com agulha fina guiada por ultrassonografia endoscópica (USE-PAAF) fornece uma abordagem alternativa para as biópsias percutâneas tradicionais obtidas sob orientação da TC ou da ultrassonografia. Adicionalmente, em comparação com outras modalidades, os resultados da USE-PAAF de lesões pancreáticas são superiores, com sensibilidades que variam de 85% a 90% e especificidade de 100%. Recentemente, o uso terapêutico da USE passou a se desenvolver para permitir acesso aos ductos biliares e pancreáticos, drenar coleções de fluidos, tratar hemorragias e injetar agentes supressores tumorais.

A introdução da ultrassonografia endoscópica na prática clínica tem revolucionado o campo da gastroenterologia, em particular da oncologia gastrointestinal, com evolução constante de suas aplicações. Como as aplicações da USE vêm se tornando cada vez mais reconhecidas por outras especialidades clínicas, a procura por profissionais especializados e bem treinados em ultrassonografia endoscópica tem aumentado. A disponibilidade limitada da USE se deve, em grande parte, à falta de especialistas nesse procedimento. Problemas adicionais incluem o valor dos equipamentos e os custos do reembolso. A relativa falta de centros de formação, combinada ao grande compromisso exigido do estagiário, tem limitado o crescimento da USE e sua disponibilidade na prática clínica. Assegurar a formação adequada dos especialistas em ultrassonografia endoscópica tornou-se uma prioridade para a Sociedade Americana de Endoscopia (ASGE), evidenciada pelas diretrizes e pelo currículo básico estabelecido na formação avançada em USE. Este é um procedimento endoscópico avançado que requer um nível de formação superior ao da endoscopia geral. A aquisição das competências necessárias para a condução e compreensão da USE exige, muitas vezes, uma formação além do âmbito de um programa de residência tradicional em gastroenterologia. O treinamento adicional frequentemente envolve o período de um ano após a conclusão de um programa de treinamento credenciado em gastroenterologia.


*Trecho retirado do
livro Ecoendoscopia (Elsevier)

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Livro da Elsevier terá lançamento exclusivo na JPR

De 30 de abril a 03 de maio, acontece a edição 2015 da JPR – a Jornada Paulista de Radiologia. O evento, que é o maior encontro de diagnóstico por imagem da América Latina, reúne 20 mil pessoas, entre congressistas, professores, visitantes. Como a Elsevier sempre está na vanguarda, a editora escolheu a JPR como sendo, então, o momento ideal para o lançamento do livro Naidich – Imagem do encéfalo, uma obra que conta com os mais expressivos radiologistas e neurorradiologistas, faz grande uso de correlação anatômica  e 2.800 imagens digitais, além da discussão de casos.

 

No Brasil, as especializações em radiologia e ultrassonogafia são das mais procuradas hoje, com mais de 7.000 médicos na área, 3,5% da categoria no país. O livro teve sua revisão cientifica coordenada pelo Dr Antonio José da Rocha, professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, também presidente da Sociedade Paulista de Radiologia, neurorradiologista do Fleury Medicina Diagnóstica e do Serviço de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

A obra é assinada pelos especialistas mundiais na área Drs. Thomas P. Naidich, Mauricio Castillo, Soonmee Cha e James G. Smirniotopoulos. Naidich coordenou um time numeroso de expressivos profissionais da área em nível global e fez um aprofundado apanhando da neurorradiologia diagnóstica.

 

Partocularidades do livro

Ao final de cada um dos 50 capítulos, os autores investiram em um diferencial de peso em obras sobre o assunto: modelos práticos de casos radiológicos, com dados clínicos e patológicos específicos para que, por meio das características das imagens, os leitores possam compreender a exposição e a evolução dos mesmos.

Imagem do Encéfalo é destinado especialmente a radiologistas, neurorradiologistas, cirurgiões neurológicos, além de ser de fácil entendimento e útil para clínicos; abrange as doenças mais frequentes no dia a dia dos profissionais, com destaque para os tumores cerebrais e as enfermidades desmielinizantes (quando a bainha de mielina dos neurônios é danificada, causando prejuízos em sensações, movimento, cognição, entre outras funções).

Inicialmente, são apresentadas as técnicas usadas em neuroimagem e sistemas para análise de atenuação e intensidade de sinal das imagens obtidas. As seções seguintes mostram as bases anatômicas para as imagens, correlacionando às peças anatômicas do encéfalo fresco ou conservado em formol. Uma série de seções revisa a patologia e a imagem de doenças cerebrovasculares, trauma, neoplasias e cistos, hidrocefalia e epilepsia. Imagens para download e conteúdo extra estão disponíveis on-line na plataforma multimídia da Elsevier, a expertconsult.com.

Cadastre-se para ler trechos do livro: http://issuu.com/elsevier_saude/docs/naidich_esample

 

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS –

Dia: Sexta-feira, dia 1 de maio, no intervalo das 16h às 16h30.

Local: 45ª Jornada Paulista de Radiologia – JPR 2015
Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues 387, Santo Amaro, São Paulo-SP – Espaço especialmente projetado para os lançamentos de livros oferecido pela JPR.

 

 

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Técnica evita ocorrência de parto prematuro

Tratamento com progesterona, hormônio natural, é relatado em livro sobre medicina fetal que aborda anencefalia

Uma técnica simples pode ajudar a reduzir em 42% os casos mais graves de prematuridade, quando o bebê nasce antes da 34.ª semana de gestação.

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COLEÇÃO FEBRASGO – O PRIMEIRO LIVRO: Medicina Fetal.

Maior entidade do segmento, Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia assina Coleção que já nasce como referência e pretende ser um norte para a evolução científica nas próximas décadas.

Primeiro livro da série será lançado dia 16/11, no 1º Congresso Internacional de Medicina Fetal, em Brasília (DF)

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