Introdução às Doenças Renais Familiais do Cão e do Gato

Chew, Urologia e Nefrologia do Cão e do Gato, 2/E

 

INTRODUÇÃO E FISIOPATOLOGIA

A. A maioria das doenças renais familiais resulta em insuficiência renal crônica (IRC) em idade jovem (< 5 anos), mas algumas são caracterizadas por defeitos tubulares renais (p. ex., síndrome de Fanconi em cães da raça Basenji) ou anormalidades morfológicas que resultam em hematúria (p. ex., telangiectasia renal em cães da raça Pembroke Welsh Corgi).

B. Uma doença familial é aquela que ocorre em animais aparentados com uma frequência maior do que seria esperado por acaso.

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Pesquisa Inovadora da Embrapa sobre Reprodução Animal

Pesquisadores da Embrapa publicam artigo sobre pesquisa inovadora em reprodução animal

Animal Reproduction ScienceUma pesquisa com bovinos possibilitou a visualização inédita de óvulos no interior de folículos ovarianos em vacas vivas (exame in vivo). A técnica utilizada foi a Ultrassonografia Biomicroscópica (UBM) e abriu a possibilidade de avaliação dessas estruturas antes mesmo da ovulação. O resultado da pesquisa foi publicado em artigo, na edição de março de 2012, do periódico internacional Animal Reproduction Science, da Editora Elsevier. O estudo foi realizado na Universidade de Saskatchewan, no Canadá, pelos pesquisadores da Embrapa Luiz Francisco Machado Pfeifer (Embrapa Rondônia) e Luiz Gustavo Bruno Siqueira (Embrapa Gado de Leite).

Pfeifer explica que os resultados obtidos são extremamente importantes, pois a visualização de componentes do ovário, com definição próxima da microscópica, em tempo real e no animal vivo, pode permitir o estudo da dinâmica de crescimento dos folículos. “Com a obtenção da imagem dos óvulos abre-se a possibilidade de começar avaliar a qualidade, o desenvolvimento e as características do óvulo no decorrer do período folicular”, destaca o pesquisador.

O trabalho traz novas perspectivas para avanços no estudo da fisiologia ovariana em bovinos porque, através da UBM, é possível identificar e acompanhar, passo a passo, o início do desenvolvimento de folículos muito pequenos, em tamanho inferior a 1 milímetro, o que não era possível com a ultrassonografia convencional.

“Atualmente, quando temos o resultado negativo para prenhez, não há como apontar onde exatamente foi o problema, se no sêmen ou na qualidade do óvulo. O resultado desse estudo possibilita a prospecção de novas técnicas, lembrando que o que conseguimos até agora foi apenas ter acesso a essa estrutura”, enfatiza Pfiefer.

Outra possibilidade futura, de acordo com o pesquisador, é que os tratamentos hormonais utilizados para inseminar vacas em tempo-fixo (IATF) podem ser melhor estudados com a possibilidade de acessar as imagens e a qualidade dos óvulos antes da ovulação.

Para saber mais, clique aqui para acessar o resumo do artigo (em inglês).

Fonte: Embrapa Rondônia

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